Mostrar mensagens com a etiqueta Armas Climáticas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Armas Climáticas. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Nos bastidores das armas climáticas

Quando alguém fala em armas climáticas, frequentemente é tratado de adepto de ficção científica ou de teorias da conspiração.


No entanto existem vários documentos oficiais que provam senão a sua existência a vontade de as criar Com os conhecimentos actuais, estaremos nós capazes de as produzir. Será que alguns fenómenos tidos como naturais não serão fruto de mão humana?




Se as armas climáticas não existem porquê regulamentá-las ?



No dia 10 de Dezembro de 1976, as Nações Unidas adoptam a convenção ENMOD que proíbe as modificações climáticas com fins militares. "...os acordos ilustram, entre outros, uma serie de exemplos não exaustivos da utilização de técnicas de modificações do meio ambiente: tremores de terra, tsunamis, alterações do equilíbrio ecológico de uma região, modificações das condições atmosféricas (nuvens, precipitações, ciclones e tornados), modificações das condições climáticas, das correntes oceânicas, da camada de ozone ou da ionosfera".

Se as armas climáticas fossem pura ficção, não seria necessário proibi-las.

http://www.icrc.org/web/fre/sitefre0.nsf/htmlall/5FZHYX/$FILE/1976_ENMOD.pdf



Durante a guerra fria, a URSS planeava destruir a costa americana com sismos e tsunamis.



Enquanto Gorbatchev discutia com Reagan como por fim à guerra fria, generais soviéticos estudavam a maneira de devastar os Estados Unidos com tremores de terra e tsunamis. Estas revelações são de Oleg Kalougine, antigo general do KGB, refugiado político nos USA e condenado pelos russos a quinze anos de prisão por divulgação de segredos de estado. A devastação seria feita com a ajuda de "bombas sísmicas", isto é bombas termonucleares detonadas em profundidade.


Nos anos sessenta, os sismólogos soviéticos tinham constatado que após uma explosão subterrânea nuclear, um tremor de terra acontecia nos dias seguintes, por vezes a vários quilómetros de distância.


Os soviéticos fizeram explodir 32 bombas subterrâneas no seu território para estudar os seus efeitos. Nos anos oitenta estudaram a maneira de através as explosões deslocar as placas tectónicas. O facto dos sismos se produzirem alguns dias depois, era um álibi perfeito para não serem considerados culpados.

http://www.jp-petit.org/TSUNAMI/science_et_vie_1999.htm




Aplicação civil:




A segunda International Conference on Urban Disaster Reduction de 2007 teve como tema: "Discharge of tectonic stresses in the earth crust by high-power electric pulses for earthquake hazard mitigation". Trata-se de uma investigação civil para prevenir e reduzir os riscos sísmicos Além de prevenir os grandes sismos, o poder alterar o seu impacto é outro dos grandes objectivos da ciência Mas, somos nós capazes de produzir tremores de terra à distância?




O projecto soviético Pamir.



Os russos, através do Department of Pulsed MHD Power Systems & Geophysics, criaram uma máquina capaz de produzir sismos, trata-se da Pamir.

Os tremores de terra estão ligados ao deslizar das placas tectónicas ao longo das falhas. Não sabemos quando mas sabemos que um grande sismo irá ter lugar por exemplo na Califórnia.

Nos anos sessenta, os soviéticos construíram um enorme gerador que lhes permitia actuar nas camadas mais profundas do subsolo através de ondas electromagnéticas. Do ponto de vista físico, trata-se de transferência de energia, que permiti desestabilizar um região da placa tectónica em locais bem definidos e assim desencadear um sismo nos locais de maior tensão. Este sistema permite uma potência de 15 MW durante 6 a 10 segundos.

http://www.ihed.ras.ru/mg/otdel6.htm







Tsunamis para todos os gostos.


Em 1999, foi desclassificado e tornado público o "projet Seal". Este projecto militar secreto da Nova Zelândia, visava elaborar uma arma que permitisse criar ondas gigantes capazes de destruir a costa japonesa.

A arma foi testada em Whangaparaoa, na costa de Auckland, entre 1944 e 1945. As experiências foram conduzidas pelo professor Thomas Leech. O ministério da defesa inglês que acompanhava as experiências disse tratar-se de um projecto tão importante como a bomba atómica.

Foram realizadas várias perto de 4000 explosões com bombas de fraca potência durante sete meses, nove das quais criaram pequenos tsunamis. O projecto foi abandonado por terem sido detectados alguns erros teóricos nos planos.


Como construir a sua pequena bombinha climática...

Ainda nos documentos desclassificados, descobrimos um verdadeiro manual de como fabricar uma bomba geradora de tsunamis. Trata-se do "Handbook of explosion-generated water waves", do Office of Naval Research, Washington DC, de Outubro de 1968. São 176 páginas de um documento com cálculos complicados sobre as experiências realizadas em Mono Lake em 1966.




Qual é a ligação entre a ionosfera, os sismos e os tsunamis?


Na revista Futura-Sciences de Junho de 2004, podemos ler: "...as medições dos satélites que observavam a ionosfera terrestre evidenciaram fenómenos estranhos, estes parecem estar ligados À actividade sísmica das regiões sobrevoadas. Em 1982, as duas antenas magnéticas do satélite franco-russo Aureol 3 detectaram um sinal de 800 Hz antes e durante um sismo de magnitude 5,4 que ocorreu ao largo das ilhas Fidji quando este sobrevoava a região. Estas observações são todavia escassas para tirar conclusões definitivas".

Desde então, os científicos estabeleceram uma correlação (ainda mal definida) entre a actividade da ionosfera e os sismos e os tsunamis. Sabemos agora que uns dias ou horas antes de um sismo ou de um tsunami, ocorrem mudanças na ionosfera.





Também sabemos que o programa HAARP consegue modificar a ionosfera, aliás foi para isso que ele foi criado...



quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Qual a origem dos fenómenos climáticos extremos verificados na Rússia e no Paquistão ?

Calor extremo na Rússia, inundações catastróficas no Paquistão, o clima está louco? Será fruto do badalado aquecimento global ou de alterações solares cíclicas? Ou será que o homem já é capaz de modificar localmente as condições meteorológicas? Já ouviu falar do falar do projecto HAARP?




O bloqueio do jet-stream na origem das estranhas condições meteorológicas na Rússia e no Paquistão?



Um grupo de cientistas pensa que a intensa onda de calor na Rússia e as fortes inundações no Paquistão poderão estar ligadas ao comportamento pouco habitual do jet-stream.



Um jet-stream é um fluxo de ar rápido localizado na atmosfera entre 6 e 15 km de altitude. Os jet-stream têm vários quilómetros de comprimento, centenas de largura e poucos quilómetros de espessura. Estes ventos andam à volta do globo de oeste para este.



Os meteorologistas que estudam este fenómeno dizem que por vezes o jet-stream, por razões ainda desconhecidas, mantêm-se excepcionalmente localizados numa mesma área produzindo condições climáticas anormais.


Em Julho deste ano, em vez de se deslocar para este, o jet-stream manteve-se imóvel, bloqueando os sistemas meteorológicos em seu redor. O ar quente é então aspirado para norte, para as altas pressões, enquanto o ar frio se desloca para as baixas pressões.


No Paquistão, este bloqueio de jet-stream coincidiu com as moções de verão com as consequências trágicas que todos conhecemos.

(Mapa satélite mostrando o calor intenso acumulado por cima da Rússia devido à imobilização do jet-stream.)



Na Rússia, o bloqueio do jet-stream atraiu o ar quente vinde África produzindo o enorme calor que se fez sentir, particularmente na região de Moscovo.

(Imagem satélite do 12 de Agosto de 2010, mostrando o fume dos incêndios florestais na Rússia Os pontos vermelhos indicam os fogos activos.)



As causas destes bloqueios permanece desconhecida, alguns cientistas pensam que poderão estar ligados à fraca actividade solar.


(Gráfico de 24 a 30 de Julho 2010, mostrando a sua localização a norte do Atlântico e bloqueando um enorme anticiclone sobre o oeste da Rússia Podemos também verificar a depressão próximo do Paquistão.)



(Este gráfico mostra o mesmo período que o gráfico anterior durante um período alargado de anos. Vemos a configuração do jet-stream habitual neste período do ano, com ventos mais calmos e uma configuração sem bloqueios.)



Armas climáticas:

Para explicar estes fenómenos climáticos pouco habituais, os mais graves na Rússia e no Paquistão desde há 80 anos, muitos vão evocar o famoso aquecimento global, mas alguns vão culpar o projecto HAARP.

Citando Michel Chossudovsky, canadiano, economista na faculdade de Otava: "HAARP é uma arma de destruição massiva, capaz de destabilizar os sistemas agrícolas e ecológicos a nível mundial. A guerra climática é susceptível de por em perigo o futuro da humanidade".

Apesar de raramente reconhecido, a nova geração de armas electromagnéticas tem condições para alterar o nosso clima. Já em 1967, os Estados Unidos tinham um projecto (Projecto Popeye) para pulverizar as nuvens por cima do Vietname e assim prolongar as moções bloqueando o aprovisionamento da cidade de Ho-Chi-Minh.

Nos últimos anos os Estados Unidos desenvolveram sofisticadas tecnologias que permitem alterar à distância as condições climáticas de uma maneira muito selectiva. Esta tecnologia foi e está em parte a ser desenvolvida no quadro do programa HAARP (High-frequency Active Auroral Research Program). Este programa já foi abordado neste blogue em artigos anteriores. Resumindo, o sistema HAARP foi criado em 1992, está localizado no Alasca, em Gokona, e é constituído por uma rede de antenas de alta potência que transmitem por ondas rádio de alta frequência enormes quantidades de energia na ionosfera permitindo modificar, entre outro, as cargas electricas atmosfericas à distância.

Um documento da US Air Force chamado "AF 2025 Final Report" dizia que este projecto "oferecia aos soldados largas opções para provocar nos adversários inundações, secas e tremores de terra". A US Air Force apresenta este programa como sendo apenas um programa de investigação científica, mas os documentos militares confirmam que o objectivo principal é de induzir modificações ionosferas para modificar as condições meteorológicas e perturbar as comunicações e radares.


Em Fevereiro de 1999, o Comité dos Negócios Estrangeiros, da Segurança e da Política de Defesa do Parlamento Europeu pediu "que em virtude do impacto no meio ambiente, o sistema HAARP constitui uma preocupação mundial, e pede que um organismo internacional independente deveria ser criado para avaliar as suas implicações legais, ecológicas e éticas". Os Estados Unidos recusam qualquer comissão.




terça-feira, 16 de junho de 2009

Se as Armas Climáticas não existem, porquê uma convenção a proibi-las?



Muita gente acredita que as armas climáticas pertencem à ficção científica ou são fruto alguma teoria da conspiração. Se assim fosse não seria necessário assinar convenções e resoluções para proibir o uso de uma coisa que não existe ou que poderá vir a existir.


Os extractos seguintes fazem parte dos textos oficiais correspondentes. Como veremos são elucidativos...




Convenção ENMOD do Comité da Cruz Vermelha Internacional.



A convenção de 1976 sobre a proibição do uso de técnicas militares que modifiquem o ambiente, entrou em vigor a 5 de outubro de 1978. É conhecida como ENMOD (Environnental Modification Convention, mais exactamente, Conventio on the Prohibition of Military or Any Other Hostile Use of Environnental Modification Techniques).




O texto completo pode ser consultado na página oficial do Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICR).




Nele podemos ler, que este acordo proibe entre outros: "... fenómenos podendo resultar da utilização de técnicas de modificação do meio ambiente como: tremores de terra, tsunamis, alterações do equilíbrio ecológico de uma região, modificações atmosféricas (nuvens, precipitações, ciclones e tornados), modificação das condições climáticas, das correntes oceânicas, do estado da camada de ozono ou da ionosféra."


Não se podia ser mais claro, afinal essa possibilidade existe.








Resolução da União Europeia.



Uns anos mais tarde, a 28 de janeiro de 1999, a União Europeia emitia uma resolução. no quadro do ambiente, segurança e política estrangeira.
Nela podemos ler: "...considerando que a investigação militar está actualmente centrada sobre a manipulação do meio ambiente para fins militares, e isto apesar das convenções existentes, como é por exemplo o sistema HAARP baseado no Alásca."
Afinal o sitema HAARP sempre tem fins militares.

Mas há mais... "considera (UE) que o projecto HAARP (High Frequency Active Auroral Research Project), dado o seu impacto geral ambiental, é um problema de alcance mundial"... "e lamenta que o governo dos Estados Unidos tenha, reiteradamente, recusado enviar um representante para testemunhar sobre os riscos para o ambiente e as populações do projecto HAARP..."
Porque será?

"... poder examinar as provas científicas e técnicas, assim como os resultados existentes das investigações do programa HAARP, para poder avaliar a natureza e a grandeza exactas do perigo que HAARP representa para o meio ambiente local e mundial e a saúde pública em geral."
Ainda estamos à espera.

" Pede (UE) que seja estabelecido um acordo internacional para que seja proibido, à escala mundial, qualquer desenvolvimento e implantação de armas que poderão abrir a porta a toda e qualquer forma de manipulação do homen."
Caso não as haja!

terça-feira, 9 de junho de 2009

Airbus: mais um testemunho estranho...



Um estranho testemunho!




O jornal, "O Globo", relata o testemunho de um casal de advogados que tinha ido passar três semanas em lua de mel em Portugal. No regresso para São Paulo, no voo TAP 191, sairam na manhã de domingo e chegaram às 16h. Tratava-se de um aparelho do mesmo modelo, um Airbus 330, este episódio terá ocorrido na mesma area da queda do Airbus da Air France.


O avião terá sofrido uma turbulência de média intensidade e pouco depois todas as luzes do avião se terão apagado durante mais de uma hora. Foram feitas várias tentativas para ligar os monitores de televisão de bordo sem sucesso.



http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/06/01/casal-gaucho-conta-que-enfrentou-apagao-em-voo-com-airbus-300-da-tap-no-domingo-756141876.asp


Este relato, apesar de ser interessante, para a possível existência de um campo electromagnético intenso, deve ser encarado com prudência.



Antes de mais, é um relato aparentemente único. Seria interessante saber se os outros passageiros têem a mesma versão. De facto, todos os pilotos da TAP que fizeram este percurso dizem não ter notado nada de anormal durante os seus voos nessa zona. Portanto, este relato, deve ser analisado com muita precaução.


Já o relato dos pilotos da Air Comet, referido no artigo anterior, é mais elucidativo, quanto á ajuda na realização de um futuro inquérito. A analise dos eventuais testemunhos, uma dezena de aeronaves que se encontravam nesse local, também.



http://www.lefigaro.fr/actualite-france/2009/06/05/01016-20090605ARTFIG00005-af-447-les-vols-qui-ont-traverse-la-zone-analyses-.php



http://www.lefigaro.fr/lefigaromagazine/2009/06/06/01006-20090606ARTFIG00064--questions-sur-un-crash-mysterieux-.php




Mais um duel Boeing-Airbus...






O "Wall Street Jornal" refere mais um negócio interessante. A companhia aérea, United Airlines, tenciona aumentar a sua frota com 150 novos aparelhos. Foram contactados a Boeing e a Airbus. A decisão ainda não foi tomada.


O valor do contrato é de cerca de 10 000 milhões de Dólares.



http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/06/01/casal-gaucho-conta-que-enfrentou-apagao-em-voo-com-airbus-300-da-tap-no-domingo-756141876.asp



Este acidente do Airbus A330 não vem mesmo nada a calhar...

sábado, 6 de junho de 2009

Quem beneficia com a queda do Airbus A330-200?

Porque não um atentado?



Passadas poucas horas após o desaparecimento do Airbus, que fazia a ligação Rio de Janeiro-Paris, estranhamente, foi imediatamente evocado o mau tempo e falências técnicas sucessivas do aparelho.

Num mundo que se tornou paranóico com atentados de toda a espécie e feitio, curiosamente foi logo posto de parte a possibilidade de qualquer atentado.



Mensagens...automáticas?





Pouco antes de presumivelmente se ter despenhado, a avião terá enviado cerca de 24 mensagens automáticas, em 4 minutos, assinalando várias deficiências.







* Como ter a certeza que estas mensagens foram enviadas imediatamente antes da queda, se não sabemos com exactidão, por ausência de radar, a que horas terá caido?

* Serão esses documentos, que circulam na internet, obtidos por jornalistas, autenticos?

* Não poderão ter sido enviadas de um qualquer emissor, sem ser desse avião?

* Não poderão ter sido pré-programadas com antecedência para, uma vez no ar, o aparelho as emitir nessa altura?

* Numa palavra, serão reais, ou fabricadas para incriminar o mau funcionamento do Airbus?




A ideia do mau tempo veiculada pelos "media".


Falou-se muito do mau tempo. Mas todos os peritos em meteorologia e pilotos são unânimes, as condições atmosféricas nesse momento, que podem ser confirmadas por imagens satélite, não apresentavam nada de inhabitual para essa região.


Os pilotos da Lufthansa, do Boeing 747-400, voo LA 507, que fazia um percurso quase identico e à mesma hora entre São Paulo e Frankfurt são unânimes: "não notamos nada de anormal, sobre as condições meteorológicas durante o trajeto, próximo ao da linha Rio-Paris".


Os pilotos e fabricantes de aeronavas estão igualmente de acordo, ao afirmar, que muito dificilmente o mau tempo ou os raios podem afectar um avião de modo a cair sem que haja qualquer tipo de comunicação por parte do avião.


Quando ocorre uma avaria total no sistema electrico principal, a aeronave passa a tirar a sua energia de baterias auxiliares, as quais têem uma duração de 30 minutos.
Quando esse tempo acaba, entra em acção o sistema RAT (Ram Air Turbine), o deslocamento do aparelho, faz com que a força do ar movimente as helices de uma turbina, gerando electricidade.






Foi assim que o sistema RAT ajudou, o piloto americano Chelsey Sullenberg, a pousar com segurança um Airbus A220, no rio Hudson em Nova York, recentemente, em janeiro deste ano, após a colisão com aves que destruiram os motores e após a falta de energia.





A pergunta que deve ser feita: Quem beneficia com este acidente?




Como já referi, no artigo anterior, desde 2003 que se desenrola uma autêntica guerra comercial com vista a aquisição de 400 aviões de reabastecimento no ar que vão substituir os já actualmente ultrapassados da USAF.






Dois candidatos estão a ser avaliados, o Boeing 767 e....o Airbus A330-200!








Este último tem vantagens quanto á autonomia, capacidade de carga e manutenção.

A decisão será defenitivamente tomada em janeiro de 2010.

Este negócio (chamado de "negócio do século"), ascende a 100 000 milhões de Dólares!




O Projecto americano, HAARP, permite alterações das camadas da ionosféra, podendo provocar mudanças climáticas localizadas em qualquer local do mundo.
Derivando desse projecto, existe a possibilidade de fabricar armas electromagnéticas, com potência de descarga de várias centenas de gigawatts.
Essas armas, baseados em estudos de Andréi Sakharov, são as chamadas armas EMP (Impulsão Electromagnética).
A sua descarga produz um enorme clarão, de um branco intenso ("bola de fogo"), tendo como principal efeito o bloqueio do funcionamento de todos os aparelhos eléctricos, assim como a impossibilidade de qualquer sinal radar ou emissões rádio.



Aqui fica o relato, publicado no jornal "El Mundo", do piloto da Air Comet. Este fazia, na hora e local onde o avião da Airbus desapareceu, a ligação Lima-Madrid: "de repente, vimos á distância, um brilho forte, intenso, de luz branca, que assumia uma trajectória vertical, descendente, e que desapareceu em 6 segundos. Não ouvimos qualquer comunicação ar-ar, antes ou depois desse facto".

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Em 2005, Portugal foi palco de um...ciclone!




Apesar de oficialmente o Projecto H.A.A.R.P. não ter essa finalidade, pelo menos em teoria, é possível modificar o clima à distância por indução electromagnética da camada da ionosféra.
Um erro a evitar é suspeitar de todo e qualquer fenómeno natural é fruto de manipulação. Sempre existiram e vão continuar a existir, ciclones, furacões, tempestades e outros.
Não devemos cair no absurdo de considerar qualquer destes fenómenos como suspeitos de serem uma qualquer conspiração.
Mas existem alterações climáticas bizarras, como tempestades fora de época, ciclones tropicais em regiões temperadas e até ciclones com trajectos contrários às leis da física!
Aqui fica um desses fenómenos, um ciclone que ocorreu em outubro de 2005 em... Portugal.





Como se forma um ciclone.




Os ciclones formam-se habitualmente nas regiões tropicais entre os 10º e 30º de latitude.

Primeiro, necessitam de muita humidade, razão pela qual se formam por cima dos oceanos, que os alimentam energéticamente.

E em segundo lugar, necessitam de calor, para isso, a temperatura superficial do oceano tem de ter mais de 26,5º C, numa camada com pelo menos 50m de profundidade.

Assim ao deslocar-se para regiões mais frias o ciclone deixa de ter "alimento" e diminui de intensidade. Pela mesma razão ao atingir a costa, deixa de ter a água necessária á sua manutenção, e chega rapidamente ao fim da sua vida.

Os ciclones deslocam-se, no hemisfério norte, inicialmente para Oeste e depois para Nordeste na sua fase de declínio.

Por essa razão, os ciclones formam-se nas latitudes tropicais, e como tal não se podem formar, entre outros, no Atlântico Norte acima da latitude 30º, porque aí as águas são demasiado frias. Apenas no mediterrâneo tal poderia acentecer, já que as águas podem atingir 27º, mas a extensão é demasiado reduzida para que uma depressão tenha tempo de se formar.





Um ciclone em atinge...Portugal!



Como era de esperar, pelo que foi dito, em Portugal "a probabilidade de um ciclone tropical alcançar a nossa costa é muito baixa, podendo ocorrer apenas na sua fase de declínio" segundo a Protecção Cívil.




No dia 8 de outubro de 2005, formou-se o ciclone mais insólito de sempre no Atlântico Norte.
Foi-lhe dado o nome de Vince.
Este ciclone nasce a cerca de 930 km a Sudeste dos Açores, onde as águas tinham a temperatura de 24º C, portanto abaixo dos tais 26,5º C requeridos.



Podemos observar as curvas isotérmicas da superfície oceânica (dia 14 de outubro de 2005) :



Tornou-se numa tempestade tropical no dia seguinte, dia 9 de outubro de 2005, e depois num ciclone. Á medida que se deslocava para Nordeste a uma velocidade de 10 km/h, atingia ventos de 120 km/h. Quando atingiu a costa portuguesa já vinha bastante enfraquecido, tornando-se numa depressão tropical, tendo-se dissipado no dia 11 de outubro de 2005, sem causar vitimas.

http://tv1.rtp.pt/noticias/?article=18588&visual=3&layout=10


Em toda a história da meteorologia moderna (desde 1851), foi a primeira vez que um fenómeno tropical se formou tão próximo do continente europeu. Por vezes a Europa é atingida por tempestades sub-tropicais, mas estas formam-se nas águas mais quentes do Oceano Atlântico.

A trajectória deste ciclone também tem tudo de insólito. Como foi dito, no Hemifério Norte, depois de se formarem, os ciclones tomam a direcção Oeste, só depois, só numa fase tardia podem inflectir para Nordeste. Este, logo de início, tomou uma direcção contrária ás leis da física, iniciando o seu percurso para Nordeste:






Este estranho fenómeno teve pouco eco em Portugal por ter atingido a costa já bastante enfraquecido e não ter feito vítimas.

En contrapartida, a nível cientifíco, o Centro Nacional de Furacões (NHC) sedeado em Miami (USA), que estuda todos os ciclones a nível mundial está bem documentado e até agora não encontra uma explicação válida. Está referenciado como fenómeno "insólito".


sexta-feira, 15 de maio de 2009

Criar ciclones. Ficção científica? Talvez não!








H.A.A.R.P. : Um projecto militar com fins...pacifícos.





O Projecto H.A.A.R.P. (High Frequency Active Auroral ResearchProgram) é um programa dos U.S.A. com instalações em Gakona no Alasca, é financiado pela força aérea e a marinha dos Estados Unidos.


As instalações destinam-se oficialmente ao estudo científico e militar da ionosfera, em particular a sua influência sobre as telecomunicações e sistemas de navegação por satélite.


Possui 180 antenas capazes de criar uma potência de 4,6 MW, sem contarque a ionosféra tem a capacidade de amplificar essa potência até 1 000 vezes.


Este projecto já custou mais de 200 000 000 de Dólares!



Tesla: Um cientista pouco conhecido.



Muitas das investigações do projecto HAARP

baseia-se nos trabalho de Tesla, de origem serba

que emigrou para os Estados Unidos onde faleceu em 1943.

Este cientista dedicou-se sobretudo ao estudo da electricidade e das ondas electromagnéticas.

Em 1898 ele coloca um pequeno oscilador num pilar de um prédio, o que produz uma oscilação de todo o edifício, pensando as pessoas tratar-se de um tremor de terra, acabava de demonstrar o efeito de ressonância.

É o inventor da corrente alterna, do radar, da transmissão de energia sem fio, da rádio da ondas estacionárias,...Depositou mais de 700 patentes.



Um pouco de física...



A ionosfera é composta por uma camada de íons situada entre os 60 e os 1 000 Km de altitude, produzida pelo bombardiamente solar que possui uma grande quantidade de electrões livres, ionizando os átomos dessa zona.


Este plasma ionosférico reflete ou refrata as ondas electromagnéticas, comportando-se ora como um fluído, ora como um sólido.


As propiedades de reflexão da ionosfera é desde há muito tempo utilizada nas comunicações para percorrer grandes distâncias à volta da Terra. A densidade de ionização varia grandemante com o ciclo solar (de cerca de 11 anos) e em menor grau com a hora do dia e a temperatura.




A Terra encontra-se envolvida por um campo magnético, as cinturas de Van Allen, situadas na magnetosféra, que capta as particulas solares de alta energia.


Ao nível dos polos esse campos convergem, como "um funil", os electrões que escapam às cintura de Van Allen, penetram então na baixa atmosféra.


Ao atingiram a ionosféra, ionizam átomos e disociam moléculas em átoomos excitados que se combinam com electrões livres produzido radiações visíveis como auroras polares (Boreal ou Austral), a 60 a 1 000 Km de altitude, na ionosféra.




Os criadores de ciclones.



Isto tudo para explicar, que pelo menos em teoria, é possível emitindo radiações de alta frequencia e utilizando as propriedades de reflexão da ionosféra criar, num local distante, um aquecimento da atmosféra. Da mesma maneira aumentando o contraste termico entre as massas de ar numa tempestade, é possível transforma-la num ciclóne.



Em 2005, os americanos criaram a primeira aurora boreal artificial com o sistema HAARP.


Á luz destes dados, no próximo texto iremos ver fenómenos "naturais" bem estranhos. Tempestades fora de época, ciclones tropicais em zonas temperadas, ciclones que mudam de rumo e andam ao contrário das leis da física...