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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Quem são verdadeiramente estes migrantes às portas da Europa?

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As imagens que vai ver foram realizadas por repórter amador que foi ao encontro dos chamados "migrantes".


O que vai ver está longe das imagens oficiais em que os "migrantes" são apresentados como famintos e traumatizados. 


Longe das imagens televisíveis das habituais criancinhas, o que nós temos são pessoas que mais parecem turistas sem quaisquer necessidades, equipadas de smartphones, desprezando os alimentos doados e deitando fora os documentos oficiais que tanto reclamavam.


Estas imagens nunca serão difundidas nos media oficiais.


Foram realizadas na fronteira entre a Sérvia e a Macedónia.











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domingo, 20 de setembro de 2015

Kuwait: príncipes e vida desmesurada...

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O Kuwait é um pequeno Estado situado no sul do Iraque, ficou conhecido pela guerra do golfo, promovida pelos Estados Unidos para o defender da suposta invasão do Iraque.


Actualmente, à custa da produção de petróleo (10 % da produção mundial) a classe abastada vive uma vida desmesurada em relação a qualquer padrão que uma pessoa possa imaginar.  






Os "príncipes" deste Estado têm vivendas de luxo com habitações de 10 000 ou 20 000 m2, com um parque automóvel individual com mais de 50 carros de luxo (Ferrari, Bentley, Rolls Royce), alguns possuem até 100 empregados domésticos, e nova moda, muito possuem como animais de companhia leões, panteras ou hienas.


Têm barcos com 16 metros, têm exigência extravangantes, não fazem nada todo o dia a não ser gerir as suas prosperas empresas.


Apesar do islamismo não autorizar álcool, mulheres com roupas consideradas provocantes e a separação de homens e mulheres nos locais público, estes riquíssimos príncipes contornam todas as leis, não aplicando nada do Corão.


Esta população abastada vive à custa da população imigrante (do Paquistão e Bangladesh) que vivem em condições miseráveis e constituem os dois terços da população.


Quinto país mais rico do planeta, considera que o país é demasiado rico para acolher refugiados, que seriam demasiado caro para o país e que estariam inadaptados ao seu "mode de vida muito diferente de nós". Concluindo que "não queremos pessoas com stresse de guerra ou fome no nosso país". (comunicado oficial).








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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Solidariedade muçulmana...

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O que é que nós vimos na fotografia acima? 

Será um evento VIP, dado todas as tendas terem ar condicionado?




Não. Na realidade estamos na Arábia Saudita, num vasto complexo destinado a receber peregrinos.


A Arábia Saudita tem 100 000 tendas com ar condicionado que podem abrigar cerca de 3 milhões de pessoas.


Este local ocupa uma área de 20 km2 num vale em Mina.


Estas tendas são apenas usadas durante os 5 dia da peregrinação do Hajj à cidade santa de Meca pelos muçulmanos.


O resto do ano estão ... vazias.


As tendas têm 8 metros por 8 metros, foram instaladas nos anos 90 e incluem várias zonas de cozinha e sanitários. Todas têm ar condicionado.


Enquanto a Europa está a tentar acolher, a grande custo, milhares de "migrantes", a Arábia Saudita que os poderia acolher, dado que por definição do Corão os refugiados Sírios são irmãos, não o faz.














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terça-feira, 15 de setembro de 2015

Como podem os "migrantes" pagar 10 000 euros!...

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A grande questão que os media não abordam é: como é que migrantes com origem em países que ganham menos de 2 euros por dia, podem pagar cerca de 10 000 euros para chegar à Europa?




Não vimos neste fluxo de "migrantes" pessoas particularmente magras, que passam fome, o que vemos são pessoas na sua grande maioria bem nutridas, vestidas muitas vezes com roupas de marca e algumas até com telemóvel.


Estranho, quando nos lembramos de pessoas que passava por dificuldades inacreditáveis de fome, como no Biafra.



Este novo tipo de imigrantes vêm com toda a família. Contrariamente aos imigrantes habituais que vinha o homem sozinho e depois tentava que a sua mulher e filhos viessem ter com ele, estes novos de imigrantes vêm com mulher e filhos.



Uma grande maioria de "migrantes" são jovens de 20 ou 30 anos de boné virado para a frente ou para trás, com muchilas Addidas, que mais parece um grupo de jovens a fazer uma qualquer viagem de Interrail. 



Este novo tipo de imigrantes, pelos vistos não só procuram uma vida melhor (o que é legítimo), como reivindicam o direito de se instalar em determinados países, como a Alemanha, não querem qualquer outro país apesar das condições serem obviamente melhores do que a dos países de origem onde passavam fome.



Uma questão pertinente é: porque é que estes refugiados não procuram "países irmãos", mais próximos e mais ricos como a Arábia Saudita, o Qatar ou os Emirados Árabes Unidos? 



Mas a questão fundamental é como é que todos estes "migrantes" conseguem pagar 10 000 euros para estas viagens?






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terça-feira, 8 de setembro de 2015

Porquê este súbito fluxo de "migrantes" ?

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Este súbito fluxo de "migrantes", para além da legítima comiseração com o sofrimento, deixas muitas questões no ar:


- porque é que existe um fluxo súbito de "migrantes"?

- porque chamar de "migrantes" pessoas que na sua maioria são "imigrantes"?

- o que mudou radicalmente nos países de origem que justifica tal fluxo?

- porquê abrir subitamente as fronteiras da Europa?

- porque é que um país como a Alemanha decide abrir as suas fronteiras a mais de 800 000 refugiados?


Como já dizia Roosevelt:
“Em política, nada acontece por acaso. Se isso acontecer, você pode apostar que foi planeado dessa forma”





As condições de navegação no Mediterrâneo estão, nesta época do ano, mais favoráveis.

É verdade que nesta época do ano as condições de navegação são mais favoráveis. Mas tal já aconteceu na mesma época no ano passado.


A crise Síria.

Nos últimos meses a situação do conflito sírio pouco mudaram.


A fome aumentou nos países de origem.

A situação de fome pouco se alterou nos países de origem, veja-se por exemplo o caso da Eritreia.


A Alemanha precisa de imigrantes para aumentar a sua taxa de natalidade.

O problema não é novo, mas a Alemanha sempre teve uma política de imigração rigorosa. 


A Europa tomou consciência do problema.

Sim, a Europa tomou subitamente consciência do problema após imagens como o da da criança na praia turca, mas já sabia disso tudo.




"Viva" os "migrantes"


Existem sem dúvida pessoas perseguidas pelas suas crenças religiosas, atacadas pelas suas convicções ou etnias, mas a suas grande maioria foge os seus países de origem pelas condições económicas. Isto tudo é legítimo, mas param de chamar "migrantes" a essas pessoas. Querem uma vida melhor, como os portugueses já a procuraram, mas, na sua grande maioria, não são perseguidos.









Este "viva o migrantes" irá alterar definitivamente os valores básicos da Europa.


Como não pensar que no meio deste fluxo irão ser integrados islâmicos radicais? Como aceitar de braços abertos pessoas que na Europa reinvendicam valores contrários aos que levaram séculos a construir como o da iguadade perante a lei, lei essa que com todos os defeitos, e à custa de muitos mortes, preconiza uma igualdade de géneros.


Como explicar que num país, como Portugal, em que muita gente está desempregada, alguns sem casa, se dê tudo isso a pessoas que vêm de fora?


E pensando bem, sem querer generalizar, alguns dos novos "migrantes" que vimos chegar em comboios, mais parecem fazer parte de um qualquer Interrail, com as suas mochilas Addidas, sapatos Nike e de telemóvel em punho, só faltam as selfies.






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domingo, 6 de setembro de 2015

A Charia já chegou à Europa

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"Está a entrar numa zona controlada pela Charia"


Estes cartazes não se situam em nenhum país muçulmano para advertir algum turista estrangeiro, encontram-se colocados em bairros muçulmanos em várias cidades britânicas (os mesmos também existe em França).





O que é a Charia?


O termo significa "o caminho", na realidade é nome que se dá ao direito islâmico.
Nas sociedades islâmicas, contrariamente às ocidentais, não existe uma separação entre a religião e o direito. Colocado em outros termos, as leis são proferidas baseadas nas escrituras sagradas.


Neste caso, o Corão, mas também as Sunas (que narram a vida do profeta) e sobretudo os Hadiths que regula todas as situações e decisões do profeta, mas que foram escritas muito mais tarde ao abrigo de várias influências políticas.


A partir destes textos, como é de imaginar, não existe qualquer lei equitatível e justa, tudo depende dos textos sagrados. A Charia lida assim com todos os aspecto da vida diária, sem apelo.




O Reino Unido aprova leis da Charia.


No Reino Unidos, dado a numerosa comunidade muçulmana, foi recomendado aos advogados realizarem testamentos "compatíveis com a Charia".


Assim sendo, a mulher tem direito a apenas metade da herança de um homem, como preconiza a Charia, que vale assim metade de um homem.


Parece impensável, mas está decretado por um Estado europeu outrora vigilante em relação aos tradicionais direitos humanos que tanto custaram a conquistar, criando o modelo europeu.


Existem actualmente mais de trinta tribunais islâmicos oficiosos no Reino Unido que regulam os conflitos familiares. Por enquanto, as flagelações, amputações e lapidações ainda não estão autorizadas.





"o Islão irá dominar o mundo, a liberdade que vá para o inferno"

A maioria dos bairros islâmicos, onde a lei da Charia funciona, como um micro-Estados, a polícia, os bombeiros e as ambulância não entram. Nesses bairros as mulheres que não têm o véu são ameaçadas por vezes de morte, assim como os suspeitos de homossexualidade.


Por enquanto essas zonas são apelidadas, hipocriticamente de "zonas urbanas sensíveis". Esses bairros estão destinados a longo prazo a seram "emiratos" islâmicos.










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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

"Migrantes" e a islamização da Europa

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É um tema tabu, não é politicamente correcto, mas tem de ser colocado: este fluxo de "migrantes" poderá alterar nos próximos anos a vida e os valores da Europa.

Fácil é comovermos com esta onda inusitada de "migrantes" que morrem ao tentar atravessar o Mediterrâneo.

É esquecer que a grande maioria não são refugiados, que 90% são muçulmanos e que se permitem serem esquisitos ao ponto de escolher o país de asilo.








O grande negócio dos "migrantes".


O trafico de imigrantes tornou-se na maior "agência de viagens" do mundo. Existe uma verdadeira rede de traficantes que funciona como uma verdadeira máfia organizada, com hierarquias em que cada um tem o seu território em função da origem dos imigrantes e o seu destino.

Actualmente o trafico de imigrantes é mais rentável que o trafico de droga e com menos riscos.


Mas não são só os traficantes que beneficiam com os "migrantes". A Alemanha vai acolher 800 000 imigrantes o que representa um grande desafio, a começar pelo securitário. Os vários campos de refugiados vão ser protegidos por agentes que trabalham para empresas privadas de segurança. Um negócio altamente lucrativo em que a maioria desses agentes são formados à pressa e mal preparados.

Essa protecção vai ser paga pelos contribuintes alemães.


Só uma ínfima parte das ajudas atribuídas aos refugiados chega ao seu destino. Grande parte dos centros de acolhimento, privados, arrecadam o dinheiro atribuído. Centros sobre lutados, condições de higiéno duvidosos e refeições frugais.







O problema da população islâmica.


A Alemanha tem cerca de 3 milhões de turcos, com esta avalanche de muçulmanos irá ter muita dificuldade em manter a sua coesão cultural. Nos anos de 1970 a Alemanha tinha 3 mesquita,, actualmente tem mais de 3 000.


Em França, cerca de 70% das pessoas encarceradas são de origem muçulmanas, sendo que a população muçulmana em França é de 4 milhões para uma população de 60 milhões de habitantes.




Uma população que não se integra.


Um estudo recente revela que 65% dos muçulmanos europeus pensam que a lei islâmica (a Charia) deveria ser preponderante em relação às leis laicas dos países de acolhimento.


Os que defendem a integração natural dos islâmicos que chegam à Europa esquecem que o próprio Islão não favorece a mestiçagem. Os casamentos mistos estão banidos, o casamento precoce e a necessidade cultural de ter um descendente faz com que essa população tenha uma taxa de natalidade muito superior à europeia. Este desequilibrio demográfico estimula o separatismo cultural.


Agravando esse facto, as numerosas lei europeia que previligiam os direitos humanos limitam qualquer restrição e favorecem os direitos das populações islâmicas, mesmo que em detrimento das populações locais.






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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

"Migrantes" e outras outras palavras armadilhadas...

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Esta imagem correu o mundo intensificando a nossa aceitação da resolução do problema dos imigrantes, agora apelidados de "migrantes" (voluntariamente parte dela foi suprimida).



Existem palavras armadilhadas, que formatam insidiosamente o nosso espírito.

Palavras essas apresentadas como dogmas incontestáveis e que impedem qualquer debate de ideias.

O objectivo é o amorfismo mental e uniformização da nossa forma de pensar, com vista a uma Nova Ordem Mundial.



A terminologia funciona como uma armadilha e estigmatiza qualquer individuo que tenha a ousadia da a questionar. A esse propósito já não se fala de "imigrantes" que tentam atravessar o Mediterrâneo, mas sim de "migrantes".






Existem muitos exemplos de palavras repetidas sem fim nos media com o objectivo de nos formatar para uma nova era em que serão destruídas as identidades, as culturas e as nações para formar um "Homem novo" dócil e sem qualquer identidade sem ser o consumismo global.



Há uns anos atrás culpabilizou-se o ser humano de todas as catástrofes terrestres por ser o responsável do "aquecimento global do planeta" impondo medidas de uniformização em nome da salvação da Terra. 

Como na maioria dos casos o aquecimento não se verificou, havendo zona do planeta que até a arrefecer, mudou-se o termo para "alterações climáticas" que assim dá para tudo. No entanto continuamos a aceitar medidas absurdas, como a proibição de lareiras em Paris, em nome das alterações climáticas, padronizando o nosso mode de vida.


Outra palavra aceite como inevitável é "os mercados", toda agente aceita que qualquer "castigo" económico imposto a um qualquer país seja natural pela simples razão que é fruto dos mercados. Esta entidade obscura faz com que as pessoas se esqueçam que os chamados "mercados" podem e devem ser regulamentados pelo poder político.



Finalmente, falava-se de imigrantes que tentavam atravessar o Mediterrâneo, nos últimos meses esse termo foi substituído por "migrantes". Esta intrigante alteração deve-se ao facto que a palavra "imigrante" está conectada com algo de mal, o "estrangeiro" que nos invade, que vem roubar os nossos postos de trabalho.

Os "migrantes" é uma palavra neutra que representam (apenas) uma deslocação de uma população, quase como que algo de banal e normal.

Os "migrantes" são apenas um fluxo (ver: http://octopedia.blogspot.pt/2015/08/quem-financia-o-trafico-de-migrantes.html), fluxo esse que irá ter graves consequências para a Europa tal como a conhecemos.



A Europa moribunda, apenas saída de uma orquestrada crise financeira, com uma pálida taxa de crescimento, com uma exorbitante taxa de desemprego e com a impossibilidade de manter o seu famoso regime social, vê-se confrontada com um inusual e repentino fluxo de imigrantes.


A realidade é que 90% dos "migrantes" não são refugiados políticos que fogem a um qualquer regime, são "imigrantes" que legitimamente fogem a péssimas condições de vida onde sobrevivem com menos de 2 euros por dia, mas também são, na sua grande maioria muçulmanos sem qualquer identificação com os valores europeus e muitos deles com uma visão extremista do Islão.



Crises financeiras, diluição dos valores europeus da de individualização cultural, miscelânea de identidades, uniformização das culturas; o processo da implosão da Europa está em curso em proveito das oligarquias financeiras mundiais.






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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Quem financia o trafico de migrantes que chega à Europa ?

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Para além do drama, duas questões pertinentes se impõem quanto a este fluxo anormal de migrantes à Europa:

- como explicar esta súbita e enorme onda de migrantes?

- como explicar que pessoas com pobreza extrema consigam pagar 10 000 euros aos traficantes?





Um súbito fluxo massivo.

O fluxo migratório da entrada na Europa através do Mediterrâneo não é um problema recente, mas era realizado, atá há poucos anos, ao conta-gotas. O estranho é que subitamente, em poucos meses esse fluxo se tenha tornado numa invasão massiva, quando a situação dos países de origem pouco se alterou no último ano.




Um valor impossível de pagar. 

Desde os longuínquo locais de partida atá à travessia do Mediterrâneo, cada migrante tem de desembolsar perto de 10 000 euros.

Calcula-se que o trafico ilícito de migrantes gere um volume anual de 7 mil milhares de dólares por ano aos seus traficantes.

O PIB per capita,  por exemplo, da Eritreia (um dos países de origem) é de 500 dólares anuais, por comparação o de Portugal é de 22 000 dólares. Aqui reside o mistério de saber como é que uma pessoa de um país desses pode pagar o equivalente a 20 anos de rendimento anual (ou seja 10 000 dólares) para migrar?








Promover o caos na Europa.


Uma parte da estratégia actual dos Estados Unidos assenta nas teorias do geo-político americano, Thomas Barnett.

"Como condição da globalização sem choques, temos de por em prática quatro fluxos durável e sem obstáculos".

Este fluxos excepcional de migrantes em direcção à Europa faz parte de um destes "fluxos durável e sem obstáculos". Thomas Barnett também sabe, e refere, que este fluxo não poderá ser impedido por nenhuma instituição, EU ou ONU.

O objectivo desta "guerra" contra a Europa é semelhante às revoluções chamadas de "Primaveras Árabes". A Europa como poder político, económico e cultural tem de ser destruída através de um caos e ficar sem identidade nacional.

Essa destruição dos Estados-Nações fará que a Europa se deixe facilmente ser absorvida na Nova Ordem Mundial das oligarquias financeiras.

Thomas Barnett refere que "as fronteiras nacionais devem ser dissolvidas, as raças misturadas, e assim os valores e as religiões serão abolidos; o caminho para a Nova Ordem Mundial tem de ser alisado".


O jornal Info Direkt, relata que um funcionário do ministério da Defesa austríaco revelou que "existem elementos que atestam que organizações situadas nos Estados Unidos criaram um modelo de co-financiamento e contribuem subtencialmente aos pagamentos exigidos pelos traficantes".
"Nem todos os refugiados de Africa do Norte têm 11 000 euros em cash. Ninguém questiona de onde vem o dinheiro?"







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