quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Atentados, scanners e negócio do medo.

Nesta época do ano, em que milhões de pessoas se deslocam no mundo, este atentado aéreo falhado nos Estados Unidos, vem mesmo a calhar.


Por "coincidência", é nesta altura que surgem sempre atentados que obrigam a mais medidas de segurança e à imposição de novas limitações às liberdades individuais.

Desta vez, as grandes empresas que fabricam os scanner de controle nos aeroportos vão poder finalmente ultrapassar as reticencias de muitos paises e realizar negócios de milhões...




Estes scanners, semelhantes a cabines, permitem ver o que um passageiro esconde por baixo da roupa, incluindo o que não é detectado pelos detectores habituais.

Estes já se encontram em funcionamento em 19 aeroportos americanos. Com 450 aeroportos e cerca de 2 000 pontos de controle, só nos Estados Unidos, isto dá uma ideia do apetecível mercado.

Um número de fabricantes limitado.

O mercado mundial de scanners corporais pertence a quatro empresas, três amaricanas, a L-3 Communications, a ASEI e a Rapiscan, e uma britânica, a SmithsDetection. Estas empresas viram as suas acções em bolsa subirem em poucos dias, 3% para a L-3 Communication, 10,5% para a ASEI e 26% para a Rapiscan.

Um scanner corporal custa cerca de 500 000 Dólares e um scanner para visualização das malas registadas, tem um custo de 1 000 000 de Dólares.

Algumas empresas como a ICX Technologie, vão mais longe e já pensam em propor detectores de substâncias químicas, biológicas e até nucleares.

Scanners polémicos.

Os scanners corporais emitem uma onda electromagnética sobre o passageiro e criam uma imagem virtual em três dimensões, recebida no ecran de um computador onde aparecem todos os objectos transportados pela pessoa como canetas, cintos, telemóveis, ... Mas também a imagem corporal desse passageiro aperece com permenores do seu corpo de um realismo tal, que este parece estar completamente nu.

A revelação da nudez dos passageiros perante o empregado que se encontra frente ao computador, coloca um grande problema perante a privacidade do mesmo, apesar de nos dizerem que o aparelho não regista as imagens, nem as pode difundir.

Além disso, certos países possuem uma legislação que não permite submeter um indivíduo a qualquer nível de radiação sem o seu consentimento. Esta história das radiações é importante, porque apesar dos fabricantes dizerem ser a dose de radiação extremamente baixa (fala-se 10 000 vezes mais fraca do que uma mamografia), muitos médicos sugerem ser um perigo potencial, em particular para as grávidas.

Para além das controvércias, este atentado falhado irá, não tenhamos dúvidas, conduzir à implementação de scanners em todos os aeroportos, sendo uma mina de ouro para os seus fabricantes. Os negócios do medo portam-se bem...

http://www.lexpansion.com/economie/actualite-entreprise/attentat-manque-un-aubaine-pour-les-entreprises-de-surete-aerienne_220887.html

http://www.dailymail.co.uk/news/article-1219974/How-airport-passengers-naked-photos-taken-human-X-ray-machine.html

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

O herói Jasper Schuringa, um agente da CIA ?



Jasper Schuringa o mais recente herói americano que "salvou" os passageiros e tripulação do voo Amsterdão-Detroit deu uma intervista à CNN.
Quem é este estranho e providencial herói?
Muitos factos levam a crer poder tratar-se de um agente secreto.



















Análise de uma entrevista:

Atitude:



Durante toda a entrevista, além do ar um pouco arrogante, parecia nervoso para alguém habituado às câmaras. Jasper Schuringa é realizador.

Estranhamente, por duas vezes quis por um termo à entrevista com "eu não quero verdadeiramente falar disso" e "ok muito obrigado".

Utilizou sempre o termo "suspeito" para falar do terrorista. Surpreendentemente não trabalhando para a polícia fala como um polícia.

Na vespera, a CNN tinha afirmado que ele tinha ficado gravemente queimado nas mãos ao tentar apagar o fogo. O que vemos nesta entrevista é um indivíduo com um penso na mão e dois pensozinhos nos dedos. Apesar da queimadura recente, estas não o impedem de entrelaçar frequentemente as mãos, algumas vezes até com algum vigor.



Declarações:


"Quando vi que o suspeito pegava fogo, entrei em pânico, mas saltei por cima das cadeiras porque pensei que ele ia fazer explodir o avião". Curioso pensar que alguém que estava em chamas pudesse ser um terrorista e não um acidente.

"Agarrei no suspeito e com um membro do pessoal de bordo, levamo-lo para a zona de primeira classe, ai despimo-lo e algemamo-lo e verificamos se não tinha outras armas ou bombas". De onde vieram as algemas?

"Ele (o suspeito) parecia ausente. Tinha muito medo. Não sei. Mas eu não posso verdadeiramente falar disso". Além de um terrorista com medo, temos um herói que não pode falar, porquê?

"Ele (o suspeito) estava muito calmo". Nada habitual para alguém que está a arder!



Mais uma vez, a Al-Qaeda...


O pentrite, o produto utilizado pelo terrorista, já tinha sido usado por Richard Reid, o "homem do sapato" para fazer explodir um avião em 2001. Já então não tinha resultado. Qualquer terrorista sabe que é necessário uma subida subita da temperatura de 175ºC, o que só é possível com um detonador. Detonador esse, que nem um nem outro possuião!

Curiosamente, os média têm vindo a referir o Iémen como uma fonte de terroristas ligados à Al-Qaeda e prontos para executar atentados. Na véspera deste atentado falhado, a BBC difundia um texto com o título: "O Iémen, a nova fronteira da guerra do terror". Coincidências...

Quanto à Al-Qaeda, um especialista respondia, pouco depois do atentado, à pergunta "Devemos esperar a reivendicação de que Abdulmutallab pertença à AlQuaeda?". Resposta: "Dúvido, a Al-Qaeda nunca reivendica os seus falhanços". Um dia depois, a Al-Qaeda reivendica a autoria do atentado!

Desde os atentados do 11 de setembro que os serviços secretos americanos se esforçam para nos fazer querer que a Al-Quaeda é um grupo terrorista coeso e bem organizado que tem vindo a realizar inúmeros atentados em todo o mundo. Um antigo agente dos serviços secretos francês reformado, chegou mesmo a revelar que a Al-Quaeda não existe, nem nunca existiu, é uma invenção dos serviços secretos americanos para perpetuar o medo e justificar as medidas anti-terroristas.




Será que, mais uma vez, não estamos perante a montagem de um cenário de um atentado que nunca seria possível vir a acontecer, com a intervenção de um agente secreto que abortou assim uma simulação de atentado que estava previsto ser abortado?

O reforço das tropas no Afganistão com a queda da popularidade de Obama, a necessária presença dos americanos no Iraque para manter o controle do petróleo e das empresas americanas de reconstrução e a necessidade de controlar o islamismo do Iémen vizinho do governo pró-americano da Arábia Saudita, são as verdadeiras razões de mais um "atentado".


http://www.agoravox.fr/tribune-libre/article/de-victor-jara-a-guantanamo-la-67281

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

O estranho caso do atentado falhado num avião nos USA.



Na época natalícia, importante para todos os cristãos, os malvados dos terroristas islâmicos tentam mais um ataque.
Devemos, mais uma vez, aceitar a versão oficial e ampliada pelos média ou devemos tentar ver para além da informação?




Como todos já sabem, Umar Farouk Abdulmutallab um nigeriano de 23 anos, filho de um banqueiro, tentou fazer explodir uma bomba artisanal a bordo do voo 243, que tinha saído de Amsterdão com destino a Detroit nos Estados Unidos.






Várias dúvidas ficam por esclarecer.






- Porque é que o pai terá referenciado o filho aos serviços americanos, dizendo que este tinha últimamente um comportamento estranho? Será que a primeira atitude de um pai é de referenciar um filho a potências estrangeiras?


- Abdulmutallab terá sido incluído numa base de dados de suspeitos, onde constam perto de 500 000 pessoas, com que critério?


- Porque é que este "fanático" terrorista não ofereceu qualquer resistência? Um passageiro relatou que o terrorista "tinha um ar chocado e surpreendido com o que se passava".


- Poucas horas depois do atentado falhado, os serviços secretos já sabiam todo do seu percurso. Porque não intervieram mais cedo?


- Ainda não tinha saído do avião, e sem oferecer qualquer resistência, o potencial terrorista já tinha revelado que tinha sido comanditado pela Al-quaeda, tendo obtido o seu explosivo no Iémen.


- Porque esperou longas horas antes de fazer explodir o seu engenho? Só 20 minuto antes de aterrar é que tentou accionar a explosão, não teria sido mais fácil durante o voo sobre o Atlântico?


- Porque é que o caso foi encerrado em apenas 48 horas? E porque é que a culpa contra este negeriano é apenas de "tentar destruir um avião e ter tentado introduzir a bordo um explosivo"?


- A própria CNN, dizia, nos seus noticiários, que o suspeito tinha "falado muito ao FBI", porquê?


- Quem é Jasper Schuringa o atlético e coragoso herói que dominou o terrorista?


- Este herói, holandês, realizador de filmes, ia para Miami passar férias com uns amigos. Saltou por cima de várias filas de cadeiras, colocado numa situação oposta ao terrorista, e com reflexos digno dos melhores filmes de Hollywood, com uma forma f+isica surpreendente, conseguiu dominar o sujeito. Isto tudo, apesar de como dizem os testemunhos, ter havido "um boum, o que surpreendeu toda a gente, e alguns segundos depois uma luz como se fosse uma chama, e depois vimos fogo. As pessoas começarem a entrar em pânico". Herói é mesmo herói!


- Este herói faz-se pagar caro. Terá pedido 10 000 dólares para uma entrevista à CNN, 5 000 dólares por duas fotografias ao New York Post e 3 000 dólares por uma entrevista à ABC News. Enfim coisa de heróis!


- Porque é que durante a entrevista à CNN, estranhamente por duas vezes, Jasper Schuringa queria por fim à mesma? Primeiro ao minuto 6, com "eu não quero verdadeiramente falar disso", e um minuto depois com "ok, muito obrigado"? Um herói que não quer dar muitos detalhes e que quer acabar depressa!

- Porque é que desde os atentados do 11 de setembro, nunca mais houve nenhum no território americano?


- Porque é que este caso faz lembrar estranhamente o atentado de 22 de dezembro de 2001, também em plena época natalícia, quando um inglês de origem jamaicana, tentou fazer explodir uma bomba artesanal escondida num sapato. Também esse atentado falhou. Todos os atentados em território americano falham!



Consequências:






- Obama quer uma revisão mais atenta às listas de suspeitos.


- As companhias de aviação vão obrigar a que todos os passageiros permaneçam sentados uma hora antes da aterragem! E não deverão possuir qualquer bagagem de mão perto de si.


- Restricções e mais restricções às liberdades individuias em nome da luta anti-terrorista.


- Mais uma jostificação para envio de tropas para o Afganistão e o seu rentável negócio do opio, para a sua manutenção no Iraque e agora também para por um pezinho no Iémen.


- União da América contra o "mal".



Conclusão:


Resumindo, temos um "terrorista" inteligente, com estudos de engenharia, que não faz explodir a sua bomba durante toda a viagem, que espera pelos últimos vinte minutos, e que para atabalhoadamente tenta detonar a sua "bomba".

Esta, não só não explode, como lhe causa uma queimadura grave na perna, sem que este saia do seu lugar, permanecendo estoicamente sentado.

Não fosse a intervenção de um herói "inesperado", que o conseguiu dominar o perigoso terrorista que não ofereceu qualquer resistência, teria sido a catástrofe.

Ainda no avião, o terrorista releva todos os seus segredos, e o FBI em poucas horas conclui o inquérito.
Estranho, não?










terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Aquecimento global e algumas verdades sobre: gelo, degelo, glaciares e nível do mar.




Todos nós assistimos frequentemente, a imagens televisivas espectaculares de enormes pedaços de gelo que se desprendem nas regiões polares e caem estrondozamente no mar.
O que não nos dizem é que na época seguinte a maioria voltará a formar-se. Faz parte de um ciclo se sempre existiu e voltará a repetir-se.
Dizem-nos, que a causa é do aquecimento global e que o nível dos oceanos está a subir, que a catástrofe está iminente.
Mas será bem assim?

Este pequeno trabalho de recolha de dados, não pretende ser exaustivo, pretende apenas verificar através de dados sérios de fontes fidedignas e verificáveis o que realmente se passa com o gelo, o degelo, os glaciares e o nível do mar.

Algumas surpresas e verdades não ditas...



Gelo no Antártico.


No gráfico abaixo, podemos observar as variações da superficie do gelo marítimo à volta do Antártico. Observamos uma fluctuação sazonal desde 1979, data do início dos registros efectuados por satelite. Podemos ver que nos últimos 30 anos, a quantidade global de gelo tem sido estável. Assistimos até a um aumento significativo no último ano, existindo um excedente de perto de 1 milhão de km2 em 2008 em relação a 1979.




(http://arctic.atmos.uiuc.edu/cryosphere/IMAGES/current.anom.south.jpg do Artic Climate Research at the University of Illinois http://arctic.atmos.uiuc.edu/)



O gráfico seguinte, da autoria de Patrick Michaels, climatologo e antigo professor da Virginia (USA), representa o degelo do antartico desde 1979. Observamos um degelo cada vez menor, sendo os níveis de 2008-2009 os mais baixos desde hà 30 anos.




(http://www.worldclimatereport.com/index.php/2009/10/)


Aqui no Antártico, o degelo observado no lado Oeste é compensado pelo aumento de gelo no lado Este desse continente. Isto é referido por Richard Alley, climatologista da Universidade de Pennsylvania, na revista "Science".

http://www.sciencemag.org/cgi/gca?SEARCHID=1&FULLTEXT=richard+alley+2005&FIRSTINDEX=0&hits=10&RESULTFORMAT=&gca=310%2F5747%2F456&sendit.x=30&sendit.y=8 e

http://www.sciencemag.org/cgi/search?src=hw&site_area=sci&fulltext=richard+alley




Gelo no Ártico.


No Ártico, a superficie de gelo marítimo, apresenta um ligeiro decrescimo nos últimos anos, com uma descida pronunciada em 2007, mas uma recuperação em 2008.






(http://arctic.atmos.uiuc.edu/cryosphere/IMAGES/current.area.jpg do Artic Climate Research at the University of Illinois http://arctic.atmos.uiuc.edu/)

De assinalar o caso particular da Gronelândia. O climatologista norueguês Ola Johannessen, publicou na prestigiada revista científica "Science" (21 de outubro de 2005), um artigo, em que as várias medições referem um aumento de cerca de 6,4cm por ano, da camada de gelo, acima dos 1500m, nas regiões interiores da Gronelândia, e um aumento total de 60cm nos últimos 11 anos. Abaixo dos 1500m registou uma diminuição de 2cm por ano, sendo todavia um saldo claramente positivo.

http://www.sciencemag.org/cgi/content/abstract/1115356v1 e

http://www.sciencemag.org/cgi/search?src=hw&site_area=sci&fulltext=ola+johannessen







A seguir, podemos observar duas imagens satelite tiradas ao Pólo Norte, com exactamente um ano de diferença; a primeira a 15 de agosto de 2007 e a segunda a 15 de agosto de 2008. A variação das cores, do roxo ao vermelho, representam o gelo maritimo. Podemos constatar que houve um acrescimo de 15% da sua superficie.









(http://igloo.atmos.uiuc.edu/cgi-bin/test/print.sh?m=07&fd=30&fy=2007&sm=07&sd=30&sy=2008 e http://arctic.atmos.uiuc.edu/cryosphere/)



Os glaciares.

A maioria dos glaciares europeus (aqui os Alpes Austriacos e Franceses), estão a perder grande parte da sua massa, como é bem visível nos gráficos seguintes:



(http://www.grid.unep.ch/glaciers/pdfs/6_5.pdf)



Contudo, alguns glaciares estão a pregredir, como o de Hubbard no Alásca.




Nível dos oceanos.


Quanto à subida do nível do mar, podemos verificar no gráfico seguinte, que a taxa média de crescimento foi de 1,67 mm/ano ao longo do século passado. Um dado importante é o facto de este aumento ter sido mais acelarado na primeira metado do século XX, com um aumento de 1,91 mm/ano, tendo sofrido uma menor acelaração na segunda metade do século XX com 1,42 mm/ano e por fim uma estabilização na última década. Em contradição com as previsões mais pessimistas e sem relação com os níveis de CO2.








(""Decadal Taxas as Variações do Nível do Mar Durante o século XX" de Simon Holgate, do Laboratório Oceanográfico Proudman, Liverpool, Reino Unido

http://meteo.lcd.lu/globalwarming/Holgate/sealevel_change_poster_holgate.pdf )


O próprio IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change), no seu Terceiro Relatório de Avaliação (2001) conclui: "Não há evidência de qualquer aceleração da subida do nível do mar nos dados relativos aos últimos anos do século XX... os registros relativos ao Mediterrâneo mostram uma desaceleração, e até mesmo uma diminuição do nível do mar na última parte do século 20".

http://www.grida.no/publications/other/ipcc_tar/?src=/climate/ipcc_tar/wg1/425.htm





http://octopedia.blogspot.com/search/label/Aquecimento%20Global

http://www.pensee-unique.fr/indicateurs.html


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Arrefecimento global.


Com o decorrer da Cimeira de Copenhaga, muito se tem discutido do aquecimento global do planeta. Antes se tomarem mediadas drásticas, deveriamos reflectir.
O aumento do CO2 não é, nem pode ser, considerado o principal, e muito menos o único, factor do aquecimento do planeta. As alterações climáticas são fruto de múltiplos factores, como as alterações do eixo terrestre, o vapor de água, as correntes maritimas, e sobretudo as tempestades solares.

Podemos até estar neste momento num ciclo perfeitamente normal relacionado com a actividade magnética solar.
Mas antes de poder formar uma opinião, convém conhecer os dados. Todos os gráficos deste artigo provêm das fontes oficiais, facilmente verificáveis.




Como é que é feita a medição das temperaturas.

As temperaturas médias terrestres são fornecidas principalmente por quatro instituições:

- GISTEMP, é a mais conhecida, o Goddard Institut da NASA dirigido por James Hansen. Muito contestado pelo facto das temperaturas estarem sujeitas a numerosas correcções e variações das suas localizações.

- HADCRUT, do Hadley Center inglês. Este instituto também efectua muitas correcções dos dados fornecidos. Rececentemente o caso "Climategate" veio pôr em caso o seu bom nome.

- RSS, Remote Sensing System, finaciado pela NASA. As medições são efectuadas pelos satelites e balões-sonda na atmosféra e portanto as temperaturas são mais próximas da realidade.

- UAH (Universidade do Alabama, Hunstville). Os dados obtidos por esta universidade são muito semelhantes ao do RSS.


O que muita gente não sabe é que os dados publicados por estas quatro instituições não se referem aos valores absolutos das temperaturas, mas sim aos desvios das temperaturas registadas em relação ao às temperaturas médias relativa a uma determinada época anterior. Estes desvios são então batisados de "anomalias". Estes dados partem do principio que o período relativo às temperaturas escolhida como base seja "normal". Este facto, pode então dar origem a um certo alarmismo, dependendo do período escolhido.


Enquanto que o AUH e o RSS escolheram os 20 anos de 1979 a 1998, como período de origem, o HADCRUT escolheu os 30 anos de 1961 a 1990.
O GISTEMP escolheu um período particularmente frio de 1951 a 1980, o que faz com que as temperturas actuais pareçam muito mais quentes.
De referir, que só em 1979 apareceram as primeiras medições da temperatura por satelite. Assim sendo, os dados do AUH e do RSS são mais fidedignos.


Os últimos 100 anos.

Podemos observar que em relação ao período que vai de 1900 a 2010, a tendência é para um aumento gradual da temperatura média terrestre, isto, tendo en conta os períodos escolhidos como base para o calculo da variação das "anomalias". De notar que a fiabilidade dos dados recolhido em 1900 é muito diferente dos efectuados por satelite a partir de 1979.







Os últimos 10 anos.

Se analizar-mos os registros mais recentes, de 1998 a 2008, vemos que a tendência recente é para uma estabilização das temperaturas médias, e até de um ligeiro decréscimo. Bem sei que um período de 10 anos pode não ser significativo em termos estatisticos, mas estamos longe dos valores alarmistas apresentados pelos defensores do aquecimento global e o IPCC (zona sombreada cor de rosa):






O gráfico anterior foi obtido com o conjunto dos dados dos quatro institutos:








Os últimos 7 anos.


Se repararmos apenas nos últimos 7 anos, podemos observar uma nítida tendência a um decrescimo da temperatura média global. Claro que um periodo tão curto não é significativo, mas não deixa de ser dificil encontrar uma explicação cabal sabendo que os níveis de CO2, acusados de serem a principal causa do aquecimento global não pararam de crescer. O ano de 1998, foi um ano particularmente quente devido à grande actividade do "El Niño".




Este gráfico foi obtido com o conjunto dos dados dos quatro institutos:







Temperatura terrestre e actividade solar.




O aquecimento ou arrefecimento terrestre está intimamente ligado à actividade magnética solar. Este campo magnético manisfesta-se na superfície do sol sob a forma de manchas solares.

Nos períodos de grande actividade solar, a terra aquece, e inversamente, quando as manchas solares são raras, assiste-se a um arrefecimento pronunciado da temperatura média terrestre.

Este assunto já foi aqui discutido no artigo "O planeta está a.....arrefecer!"




Estes ciclos são conhecidos desde há muito tempo. Temos ciclos pequenos, de pequena amplitude térmica, com cerca de 22 anos. Depois temos ciclos mais longos de maior amplitude, com duração de 52, 88 e 105 anos. Por fim, temos ciclos ainda mais longos, de pequena amplitude, com duração de 212 e 420 anos.




Apenas vou recordar a sobreposição do vários ciclos.

Como podemos observar, o modelo confirma as observações actuais, a tendência é de um arrefecimente progressivo até 2020-2030 e depois novamente um aquecimento não tão pronunciado como o que tivemos no século passado.

http://www.pensee-unique.fr/indicateurs.html

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Os Estados Unidos por trás dos atentados no Médio Oriente.


Não passa uma semana, sem que os "media" noticiem mais um atentado terrorista no Iraque ou no Afganistão com centenas de vítimas. Vítimas quase todas muçulmanas.

Já se interregou sobre esse facto? Quem beneficia com a morte diária de muçulmanos? As lei corânicas permitem tais actos? Quem está por trás destes atentados?



Atentados matam muçulmanos.




Mortes diárias em atentados suicidas relatados amplamente documentados nos meios de comunicação social, no Iraque e no Afganistão. Porquê? Na semana passada, deparamo-nos com um relatório americano sobre o assunto.



Trata-se de um relatório feito pelo Centro de Combate ao Terrorismo, da Academia Militar dos Estados Unidos, em West Point, em Nova Iorque, "Deadly Vanguards: A Study Of al-Qaida's Violence Against Muslims " ("Vanguardas Mortais: Um Estudo Sobre a Violência da Al Qaeda Contra Muçulmanos").


Entre 2004 e 2008, por exemplo, a Al Qaeda assumiu a responsabilidade por 313 ataques, resultando na morte de 3 010 pessoas. E apesar destes ataques terem incluído actos de terrorismo no Ocidente - em Madrid, em 2004, e em Londres, em 2005 - apenas 12% dos indivíduos mortos (371 mortes) eram ocidentais.


Os investigadores só contabilizaram os ataques pelos quais a Al Qaeda assumiu responsabilidade, a fim de evitarem acusações de que estariam fazendo com que a organização parecesse ser pior do que de fato é. Mesmo assim, sabe-se que a Al Qaeda não assume responsabilidade por todos os ataques perpetrados, o que significa que muitas vítimas provavelmente não constam do relatório.


Talvez o fato mais significativo, caso sejam examinados os ataques ocorridos em 2007 e não sejam levados em consideração aqueles perpetrados no Iraque e no Afeganistão, seja a descoberta de que a percentagem de não ocidentais assassinados pela Al Qaeda sobe para 99%. Em 2008, esse índice foi de 96%.


Ou, colocando as coisas de outra forma, entre 2006 e 2008, os não ocidentais tiveram uma probabilidade 38 vezes maior do que os ocidentais de serem assassinados num ataque da Al Qaeda.


A que é que se deve tal facto? O relatório conclui que "Como a Al Qaeda possui capacidade limitada de atacar os seus inimigos ocidentais, o grupo mantém a sua relevância atacando países de maiorias muçulmanas".


Esta justificação é mais do que duvidosa.


Para qualquer grupo terrorista, os seus actos, como os atentados, têm um objectivo bem definido. No caso do Iraque, é a luta contra os ocupantes ocidentais. Então, porquê matar os seus irmãos muçulmanos?







O Corão proíbe o suicídio.

O Corão é muito claro: um muçulmano não deve cometer suicídio. O Proféta disse que quem o cometer não poderá ter acesso ao paraíso, as leis islâmicas proíbem essa prática. Essa proibição do suicidio tem-se revelado muito eficaz dada a raridade desse acto nos países muçulmanos.



No entanto, não deixa de ser verdade que, aquele que morre em combate contra os inimigos do Islão, como soldado da guerra santa (mudjahid), não é visto como suicida, mas sim como mártir, tendo uma recompensa paradisíaca elevando-se assim acima do comum dos mortais.


Covém aqui lembrar que a palavra "djihad" (guerra santa) tem um significado primitivo de "esforço", na realidade esse esforço é uma luta, antes demais contra si próprio, afim de se tornar uma pessoa melhor. Além dessa consideração espiritual, também significa a luta armada que deverá ser preferencialmente defensiva.
Mas um muçulmano não deve matar outro muçulmano. O Proféta Mohamed disse: "Um muçulmano não pode atingir o seu irmão, no seu sangue, nos seus bens e na sua honra".
"Se dois muçulmanos se agridem e se matam, vão os dois para o inferno; não se tiar a vida que Allah deu como sagrada".

Um atentado suicida como aquele que aconteceu recentemente numa feira, repleta de mulheres e crianças, é impensável para um muçulmano.

Porque é que grupos de iraquianos matariam o seu próprio povo como resposta a uma invasão americana do seu país?
As pessoas que morrem diáriamente no Iraque são justamente aquelas que apoiam a insurreição, como tal, quem beneficia com o massacre diário de numerosos apoiantes dessa insurreição?





A CIA por trás dos "atentados suicidas".

Na origem da Al Quaeda esta a CIA, Ben Laden foi um agente da CIA, treinado para lutar contra ocupação sovìética do Afganistão.

Claro, que as medidas de segurança foram reforçadas um pouco por todo o lado nos países ocidentais e que isso poderia explicar, em parte, que grupos terroristas como a Al Quaeda tenham alguma dificuldade em executar tais actos no ocidente. Mas o facto da maioria das vítimas serem muçulmanos leva-nos a reforçar a tese que por trás desses atentados estão serviços secretos ocidentais, e em particular a CIA.

Fazendo explodir diáriamente bombas no Iraque e no Afganistão, as forças armadas ocidentais têm vários objectivos:
-Eliminar parte do apoio da população aos movimentos de insurreição.
-Criar tensões entre os grupos religiosos, atribuindo estes falsos atentados suicidas, ora aos xiitas, ora aos sunitas.
- Criar, através dos meios de comunicação social, a ideia que estes países são incapazes de tomar conta de si próprios sem a intervenção das forças de ocupação.


Durante os 10 anos de ocupação soviética do Afganistão, não foi cometido um único atentado suicida contra a população afegã, porquê?
Os americanos, por intermédio da CIA, que treinava os talibans, não tinham qualquer interesse em matar afegãos através de "atentados suicidas", ocupados que estes estavam a matar russos. Agora a situação é bem diferente, a posição geoestratégica e o petróleo obrigam que para justificar a manutençãodas tropas americanas no Afganistão e no Iraque sejam perpretados diáramente atentados.


Hipocrisias da Conferência de Copenhaga.



Durante a Conferência sobre as Alterações Climática de Copenhaga, estarão presentes mais de 15 000 delegados e funcionários, 5 000 jornalistas e 98 chefes de estado.
Muita gente preocupada com a redução de emissões de CO2, que vão poluir e muito. Quais a medidas tomadas para minimizar os efeitos de estufa desta concentração de gente vinda de todo mundo?




Luxos da Cimeira...

Tratando-se de minimizar a produção de CO2, seria de esperar que os veículos utilizados fossem pouco poluidores. Mas mesmo querendo "salvar o planeta" é dificil, para esta gente toda, presente na conferência, prescendir dos ses pequenos luxos, senão vejamos:


Majken Jorgensen, directora da maior empresa de aluguer de limusinas, refere que só possui 12 viaturas, mas que para esta cimeira terá 200. "Não tinhamos carros suficientes na Dinamarca, tivemos de mandar vir viaturas da Alemanha e da Suécia, estas tiveram que percorrrer centenas de quilómetros de estrada". Ao todo, o número destes carros para aluguer disponibilizados durante a semana da Conferência de Copenhaga, deverá ser de cerca de 1200.

Sendo uma conferência sobre a necessidade de redução da produção de CO2, qual será o número destas viaturas híbridas? Apenas 5!


Outro exemplo, os dos enumeros voos que chegaram a Copenhaga, vindos de todo o mundo. Destes, são esperados mais de 140 voos em aviões privados, o que ultrapassa em muito a capacidade aeroportuária da cidade. Assim sendo, muitos desses aviões vão ter que depois de aterrar, irem para os aeroportos locais e até para a Suécia para aí ficarem estacionados, voltando depois novamente a Copenhaga para vir buscar os seus passageiros VIP.

Todos os hoteis da capital e arredores estão completos. Os primeiros a serem requisitados foram os mais caros. Muitos dos participantes terão de ficar a mais de 100 km de distância e vir às reuniões de carro .


Como anedocta, o presidente da câmara de Copenhaga, enviou uma carta para cada um dos delegados, aconselhando-os a não "comprar sexo". Na Dinamarca, a prostituição é legal e as prostitutas sindicalizadas. A presidente do maior sindicato, revoltada com esta intromissão que considera ilegal, decidiu, que durante toda a conferência, as 1400 prostitutas do seu sindicato fornecerão sexo gratuito a todos os delagados que o queiram, e isto durante todo o evento.


Durante os 11 dias da conferência, as viagens dos participantes vão produzir 41 000 toneladas de equivalente de CO2 (CO2Eq), o mesmo que produziria, durante o mesmo período, uma cidade de 142 000 habitantes.



Aquecimento global: uma teoria conveniente.

A teoria do aquecimento global provocado pelas emissões de CO2 pelos seres humanos, tem entre outras finalidades, de impor novas normas de produção e de vender novos equipamentos sujeitos a patentes de exclusividade que apenas alguns países ricos possuem. Os países pobres ficarão cada vez mais dependentes, trata-se de uma nova forma de colonialismo.


Como explicar à China e à India que, em nome do dogma das alterações climáticas, estes deverão travar o seu desenvolvimento?


A tese de um aquecimento global produzido por culpa do Homem permite reunir todos os países à volta de uma causa que de outra maneira seria muito difícil. Este permite apagar as fronteiras, diminuir o poder dos estados, federar os países num objectivo comum através do medo. Posteriormente cria-se de um imposto mundial negociado em bolsas, como qualquer outra acção sujeita a especulação.


As elites servem-se dos "média", que controlam, para fazer crer que a Conferência de Copenhaga vai mudar o mundo e assim progressivamente estabelecer uma nova ordem mundial.


sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Aquecimento global e fraude científica.




Neste, como em muitos outros sites da internet, foi chamada a atenção para a enorme fraude que é a teoria, tida como dogma inatacável, que é a do aquecimento global do planeta e que a sua causa seria as emissões de CO2 produzidas pelo Homem.

Estas vozes eram acusadas de alimentar mais uma teoria da conspiração.

Com a revelação de que o "Climate Research Unit" (CRU) terá mentido acerca das temperaturas e dados recolhidos, parte da teoria do aquecimento global cai por terra.



Um dos maiores escândalos científicos.




Rui G. Moura, tem um blog que aconselho a todos os que se interessam por esta questão, este artigo foi tirado do seu blog e espero que me perdoará a minha ousadia ao citá-lo. Os textos originais podem ser consultados em: http://mitos-climaticos.blogspot.com/


A história:


Um ou mais hackers, por enquanto desconhecidos, tornaram públicos quase sete mil ficheiros com cerca de mil emails da unidade de investigação CRU (Climate Research Unit) da Universidade de East Anglia, Norwich, Reino Unido.


Por sua vez, a CRU está intimamente ligada a outro centro de investigação Hadley Center (daí a existência do acrónimo HadCRU) na reconstrução do índice das temperaturas médias globais da superfície do planeta obtidas a partir de observações termométricas.


O IPCC utiliza, oficialmente, esta informação e ignora as observações dos satélites meteorológicos.


Assim, o correio electrónico, os ficheiros e os códigos informáticos sacados pelos hackers valem uma autêntica fortuna pois revelam a extensão conspirativa dos que tramaram o mito do aquecimento global. O material revelado cobre algo mais do que uma dúzia de anos (de 1996 a 2009).


A fraude do Climagate corrobora plenamente tudo o que diziam os cépticos do aquecimento global.


Alguns emails da CRU apontam para a manipulação das bases de dados realizada de modo a desvalorizar as variações naturais do clima e a exagerar as alterações impostas pelas actividades humanas.


Os dados não fiáveis e as fontes deturpadas, com o fito de exagerar a influência do CO2 antropogénico, não têm outro propósito senão colocar fundos colossais sob o controlo dos alarmistas, funcionários da ONU e políticos ávidos de poder.


A gigantesca e dramática farsa, a nível mundial, que tem sido a teoria do “aquecimento global” recomenda que se repense a evolução do método científico neste século XXI, muito em particular quando a Ciência serve de suporte a decisões políticas com consequências graves na vida das pessoas.


Dentre os objectivos principais encontra-se a manipulação de dados de modo a manter acesa a chama do global warming. Eles acertaram agulhas para modificar resultados, apagar dados inconvenientes e esconder a realidade das temperaturas a decrescer desde 1998.




A esse propósito, no "Expresso" na sua forma online, José Delgado Domingos, professor catedrático do Instituto Superior técnico, cita no seu artigo:


Temperaturas não aumentam desde 1998. Aliás, apesar de as emissões de CO2eq terem aumentado acima do cenário mais pessimista do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC) da ONU, desde 1998 que a temperatura global não aumenta.


Os modelos de que a temperatura médial global do planeta está a subir devido à emissão de CO2 não bate certo. Esta "verdade" é incompatível com o Período Quente Medieval (em que as temperaturas foram iguais ou superiores às actuais apesar de não existirem emissões de CO2eq) e a Pequena Idade do Gelo que se seguiu. É também incompatível com o não aquecimento que se verifica desde 1998.


Independentemente de tudo isto, o mais perturbador para os alarmistas é o facto de, contrariamente ao que os modelos utilizados pelo IPCC previam, não existir aquecimento global desde 1998, apesar do crescimento das emissões de CO2eq.


E se alguma coisa os ficheiros do Climagate revelam são os esforços feitos para que este facto não fosse do conhecimento público.


Se os esforços internacionais mobilizados para a Cimeira de Copenhaga conseguirem ultrapassar a obsessão do aquecimento/emissões (liderado pela UE) para se concentrarem na eficiência energética, nas energias renováveis, na minimização dos efeitos das alterações nos usos do solo, no combate à desflorestação, à fome e aos efeitos da variabilidade climática, teremos uma grande vitória para o planeta se a equidade e a justiça social não forem esquecidas.


Peritos da OMS pagos pela Indústria Farmacêutica ?




Uma jornalista dinamarquesa, fez um pequeno inquérito e chegou à conclusão que muitos dos peritos que compõem os orgãos decisores da OMS (Organização Mundial da Saúde), são pagos por numerosos laboratórios farmacêuticos nos quais desempanham funções.


No dia 30 de novembro de 2009, o jornal sueco Svenska Dagbladet, publicava um artigo sobre o assunto, com o título: Experter samarbetar med industrin (Os peritos colaboram com a indústria farmacêutica).



A ser verdade, esta colaboração, entre os peritos da OMS e a indústria farmacêutica, é grave. As recentes decisões de declaração de pandemia e de vacinação em massa contra a gripe A, que representa uma verdadeira mina de ouro para os laboratórios, podem vir a ser vistas como um enorme negócio.


http://www.ameriquebec.net/actualites/2009/12/03-h1n1-plusieurs-membres-de-loms-sont-lies-aux-compagnies-pharmaceutiques.qc


O assunto está a ser levado muito a sério pela OMS, que se viu na obrigação de publicar ontem (03/11/09) um comunicado com o título: "Papel dos orgão consultivos na acção da OMS contra a gripe pandémica".



Neste comunicado, a OMS declara "ter conhecimente que alguns "média" estão preocupados com as ligações de certos peritos seus e a industria farmacêutica, e com a influência que esta poderia ter nas decisões políticas, em particular no que diz respeito à gripe pandémica".



Lembra também que, "no passado, a OMS colaborou sempre com a indústria farmacêutica por razões legítimas".



"Os conflitos de interesses potenciais são inerentes a um organismo como a OMS, que desempanha um papel normativo trabalhando para o desevolvimento da saúde, e uma indústria com fins lucrativos".



"As mesmas considerações aplicam-se aos peritos que aconselham a OMS e que têm ligações com sociedades farmacêuticas. Muitas protecções existem para gerir eventuais conflitos de interesses".



"Os peritos externos que aconselham a OMS são obrigados a apresentar uma declaração, na qual relatam em pormenor os seus interesses profissionais e financeiros susceptíveis de comprometer a imparcialidade das suas opiniões".



"A OMS leva muito a sério as alegações de conflitos de interesses que não teriam sido declarados e nesses casos abre um inquérito imediato".

http://www.who.int/csr/disease/swineflu/notes/briefing_20091203/en/index.html (Inglês)

http://www.who.int/csr/disease/swineflu/notes/briefing_20091203/fr/index.html (Francês)




O financiamento da OMS é feito em grande parte por Fundações pertencentes a grandes grupos económicos e através de acordos com a Indústria Farmacêutica, o que legitimamente faz suspeitar da sua independencia.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Conferência de Copenhaga e aquecimento mediático.



No dia 07 de dezembro, vai ter início a mediática Conferência da ONU sobre as alterações climáticas em Copenhaga.


Mais do que nunca, vamos ser bombardiados diáriamente nos meios de comunicação social, de que a temperatura média da terra está a subir, que as emissões de CO2 são a causa e que o responsável é o Homem.


O "verde" rende milhões, sustentado por cientistas financiados por grupos económicos reconvertidos na ecologia. Muitas vezes estes são apoiados por ecologistas transformados em verdadeiros fundamentalistas.


Apesar de muitas provas da mentira do aquecimento global, quem não pensa segundo a ideologia vigente é tratado de herege pelos seus pares.





Fernando Gabriel, Investigador universitário, escreveu há um mês no Diário Económico, um excelente artigo, que passo a transcrever na íntegra.


Tanto o autor, como o jornal que o publicou, revelam alguma coragem, quebrando assim a monotonia alarmista e consensual da nossa emprensa.







Ursos (04/11/09)

Ao longo das próximas semanas é possível que o número de ursos nos telejornais seja francamente superior à média.

Serão provavelmente ursos polares, acompanhados por uma colecção de ameaças apocalípticas: extinção de espécies, desaparecimento de neve nos glaciares e nos cumes das montanhas, secas, inundações. Tudo, claro, a acontecer a um ritmo "muito mais rápido do que se supunha" e tudo por causa do aquecimento global.

Aproxima-se a cimeira de Copenhaga e o derradeiro esforço de propaganda do gigantesco ‘lobby' ambientalista está em marcha. O objectivo é forçar os governantes ocidentais a comprometerem-se com um conjunto de medidas cujos efeitos previsíveis são uma catástrofe económica auto-infligida sem precedente histórico.

Para cooperarem com a demência ambientalista, países como a China e a Índia exigem cerca de 300 mil milhões de dólares por ano, um montante equivalente a 1% do PIB das economias mais desenvolvidas. Em cima deste suborno de proporções épicas ainda há que pagar o "preço" da cooperação africana -267 mil milhões de dólares ano, e das economias sul-americanas -mais umas modestas centenas de milhares de milhões.

Um estudo do instituto Open Society calculou que as políticas ambientais da UE implicariam um custo total anual de 102 mil milhões de dólares até 2020. O custo do programa americano de direitos de emissão de poluição em apreciação no Senado equivale a um imposto anual mínimo de 1600 dólares por família americana e mesmo que obtivesse a redução prevista nas emissões americanas de CO2 teria um impacte nas emissões globais inferior a 4% e portanto um efeito negligenciável.

Imperturbáveis pelo abismo económico à frente dos pés, os puritanos ecológicos seguem firmes na convicção de que o martírio é o caminho para a salvação -a reconversão "sustentável" da economia ocidental, que trará consigo mel, morangos e milhões de novos empregos. Obama já prometeu 5 milhões de empregos "verdes", mas em matéria de delírio ambientalista, Zapatero há muito que saiu disparado das ‘boxes' e o exemplo espanhol é elucidativo: desde 2000, cada emprego subsidiado nos sectores ditos ambientais implicou a perda de 2,2 empregos nos restantes sectores da economia.

O novo livro de Christopher Booker, The Real Global Warming Disaster (Londres, 2009) faz a crónica da longa caminhada que trouxe o ocidente até este ponto de suicídio económico. É uma história de receios apocalípticos, com origem no Clube de Roma, onde a ideia de utilização do "ambientalismo" como um instrumento para a criação de um governo mundial começou a ganhar forma.

É uma história de abastardamento e politização da ciência através de um sistema de incentivos financeiros tragicamente errado; de manipulações, mentiras, e silenciamentos em nome de um "consenso" falso e falsificado, que é e será mantido porque gerou uma enorme massa crítica de interesses financeiros, intelectuais e políticos que dele dependem. A imposição desta teleologia milenarista não é só indesejável: é imoral e necessita de ser contrariada por todos os meios.


http://economico.sapo.pt/noticias/ursos_73553.html

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Tentativa frustrada de vacinação obrigatória contra a gripe A.





O Estado de Nova Iorque queria tornar obrigatória a vacina contra a gripe A para os funcionários hospitalares, estes recorreram aos tribunais e obtiveram a suspensão da decisão estatal.









Uma decisão histórica.



O Ministério da Saúde dos Estados Unidos tinha declarado que todos os trabalhadores hospitalares deveriam receber obrigatóriamente os vacinas sazonal e contra a gripe A, até 30 de novembro de 2009, sob pena de serem passíveis de um processo disciplinar e até de despedimento.


A Federação dos Funcionários Públicos de Nova Iorque (Public Employees Federation) colocou um processo judiciário, argumentando que o Comissário da Saúde desse Estado, Richard Daines, não tinha autoridade para exigir a vacinação obrigatória.


O resultado foi, a suspensão por parte do juiz de Albany, Nova Iorque, da obrigatoriedade da vacinação.


Dois processos semelhantes tinham sido iniciados, um em nome de um grupo de infermeiras e outro pelos professores do New York State United Teachers. Ambos também resultaram na anulação da vacinação obrigatória.


Numa altura em que muitos médicos e infermeiros recusam a vacina, em parte por falta de confiança na mesma, e alguns países, como a França, ponderaram a sua obrigatoriedade, esta decisão é da maior importância.

http://www.silive.com/news/index.ssf/2009/10/new_york_judge_temporarily_blo_1.html





As vacinas estão na moda...



Durante muito tempo, as vacinas ocupavam um lugar residual nas vendas dos laboratórios farmacêuticos. Mas hoje em dia são uma aposta de peso, em parte para compensar as perdas previstas nos próximos anos, com a expiração das patentes de muitos dos medicamento actuais, passando então a poderem ser produzidas cópias (genéricos).


Uma das grandes vantagens das vacinas, é que o seu fabrico requer técnicas muitos especificas, difíceis de serem copiadas, como acontece com os medicamentos clássicos.


As vacinas podem ser um bom negócio, se por exemplo, os governos decidirem vacinar toda a sua população! O que justamente está a acontecer.


A Sanofi, por exemplo, realizou no ano passado um volume de negocio de 736 milhões de Euros, apenas com a vacina sazonal. Calcula-se que em 2012 o sector das vacinas renda a nível mundial mais de 14 mil milhões de Euros.

Um mercado apetecível, razão pela qual actualmente estão em estudo, neste momento, nada mais nada menso que mais de 150 vacinas...


http://www.lefigaro.fr/sante/2009/09/25/01004-20090925ARTFIG00013-les-vaccins-nouvel-eldorado-des-laboratoires-pharmaceutiques-.php