domingo, 2 de julho de 2017

Devemos permitir o doping no desporto

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Numa época em que no desporto de alta competição os atletas se tornaram nos novos gladiadores romanos, ainda fará algum sentido criminalizar a doping?

Neste contexto fará algum sentido proibir substâncias no desporto em nome de uma ideia romântica de que o desporto é saudável, quando a este nível é tudo menos saudável.




A guerra contra o doping é um esforço inútil, cria mais problemas do que os resolve. Um pouco como a luta contra as drogas.

Anualmente, a nível mundial, o mercado do doping desportivo representa cerca 30 mil milhões de lucro, em contrapartida, são gastos cerca de 250 milhões na luta contra o doping.











A ilusão do desportivo saudável.

Actualmente o único papel da luta contra o doping no desporto é a ilusão de que o desporto é uma via saudável, mas o desporto de alta competição é tudo menos saudável. Este conceito não tem nada a ver com a moda de fazer desporto para se manter em forma e saudável.


Um desportista de alta competição está sujeito a numerosas lesões e mais tarde ou mais cedo irá "pagar" o contributo por ter excedido os parâmetros humanos normais. Só pode ser assim, os limites "humanos", no atletismo, no ciclismo ou na natação já foram todos atingidos. No entanto, continuam a serem ultrapassados.










Desporto de alta competição para os mais ricos.


A escolha do equipamento, dos formadores ou das cirurgias têm um papel fundamental no desempenho dos atletas. Então, porquè permitir todos estes suportes tecnológicos e  proibir substância estimulantes?


Este tipo de meios tecnológicos irá favorecer os países ricos, possuidores destas tecnologias em detrimento dos países mais pobres? Os países mais ricos podem investir quantidades astronómicas em pesquisas biomédicas para os seus atletas e serem usados como peões comercias pelas multinacionais.


Quando falamos em doping, temos de ter em consideração que diariamente, o "doping" existe na nossa vida do dia a dia, cafeína e tónicos, nas mais variadas profissões: militares, estudantes,... E no entanto não são proibidos.




A administração de substâncias de doping, quando controladas por médicos, não representa uma taxa de morbilidade ou de mortalidade significativamente maior em relação à população em geral. 


Está na altura de por fim à hipocrisia da luta contra o doping,  Um atleta de alto nível não tem uma vida e uma esperança de vida saudável com ou sem doping.








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sábado, 24 de junho de 2017

A publicidade mata a mulher...

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Cada vez mais as publicidades insistem em representar  a mulher desnudada como um apelativo de desejo de consumo, em que a própria mulher é apenas representada como um objecto de desejo sexual.


Este padrão não é bom para a mulher mas também não é bom para o homem que tem a necessidade de se mostrar à altura do desafio de satisfazer os modelos difundidos na publicidade.









Para vender um qualquer produto, que nada tem a haver com com "a mulher como um todo", são apresentadas meio despidas perante objectos de desejo da sociedade de consumo, como carro ou outros, com posturas equivocas de provocação sensuais, para vender esse mesmo produto.


Por vezes a mulher é representada como cínica, cruel e violenta perante certo produtos de consumo, como no caso de perfumes ou acessórios de luxo. Essas situações são construídas para suscitar os mais remotos instintos primitivos do machismo, mas nunca irão contribuir para uma vivência saudável entre os dois sexos.



"Nunca vi assim tão compridas (longas)" Publicidade água gasosa Perrier


"Grande ou pequena, o que interessa é ter uma" Publicidade Perrier



As revistas femininas e telenovelas transmitem a mensagem de que todas as mulheres têm uma vida sexual fascinante e variada, excepto você, que afinal não aproveita nada disso e contenta-se com uma vida banal. Este padrão está a destruir o relacionamento equilibrado dentro de alguns casais.


A tendência transmitida pelos média é a de um ser humano, hermafrodito, uma esboço de um ser indiferenciado, ser qualquer sentimento a não ser desempenhar tarefas estereotipadas de seres autómatos condicionados por apetites sexuais programados isentos de qualquer vontade própria.


O homem e a mulher são diferentes e é isso que fazer toda a beleza das suas relações, quando equilibradas e mutuas, sem necessidade de definir quaisquer padrões.







Vivemos uma hipersexualidade da nossa sociedade com código difundidos pela publicidade e os meios de comunicação social. Muitos desse meios difundem a homosexualidade como registo moderno e sofisticado, em que esse modo de vida se tornou pouco a pouco, também ele como padrão. Os homens têm de estar à altura e as mulheres estão progressivamente a estarem submersas por códigos sexual, alguns muito próximos da pornografia.


Os homens nunca vão conseguir rivalizar com estes estandartes e as mulheres nunca vão conseguir satisfazerem-se com a "banalidade" dos seus companheiros. Estamos perante uma degradação progressiva de uma relação saudável a ser substituída por padrão degenerativos.


Esta imagem degradante da mulher nunca irá contribuir para uma relação harmoniosa do casal como uma relação plena em que cada um está com o outro porque isso enriquece a ambos. Não existem príncipes encantados como também não existem super-mulheres.



















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quinta-feira, 22 de junho de 2017

A fuga aos impostos do Pingo Doce

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video






A família Soares dos Santos passou, no último dia de 2011, o controlo dos 56% que detém na Jerónimo Martins para uma sociedade com sede na Holanda. A operação é puramente cosmética, dado que a propriedade da sociedade holandesa também pertence à família Soares dos Santos, e pretende apenas fugir à tributação em Portugal.


Em comunicado, o detentor do capital maioritário da empresa que detém o Pingo Doce, garante que a operação para efeitos fiscais lhe garante o mesmo capital social e direitos de voto na Jerónimo Martins SGPS.





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quinta-feira, 15 de junho de 2017

A impotência dos Estados Unidos

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Neste momento, os Estados Unidos não querem perder a sua influência mundial, o problema é que actualmente, perante a novas potências, não são capazes de colocar em prática, os seus planos na sua totalidade, tanto do ponte de vista económico como geopolítico.

Existem potências emergentes como a China, a Rússia e a Índia que estão a dar cartas.

 


Os USA perante a sua impotência. 
 

Para travar a Rússia, a China, mas também a Índia, os Estados Unidos e a NATO contam com o terrorismo islâmico que apoiam mas que fazem de contas de o combater.

Os Estados Unidos fomentam a tensão entre a China e os seus vizinhos asiáticos, nomeadamente o Japão.

Nos últimos anos, os Estados Unidos "apenas" conseguiram desestabilizar os países do Médio Oriente, regiões organizadas em torno de sociedades tribais, e não estão aptos a entrar em conflito directo com potências como a China ou a Rússia que não estão construídas com esses padrões.

Os Estados Unidos, através da NATO, estão a formar um escudo militar contra a Rússia, na Letónia, Lituânia, Estónia, Polónia, Roménia ou na Bulgária.

Existe um conflito latente entre os USA e a Rússia, os USA e a China e a Rússia a China.
Neste contexto, o conflito na Ucrânia visou separar o abastecimento de gás da Rússia da UE.
Um programa mais vasto dos BRICS existe para desenvolver um sistema monetária independente dos USA.

Por outro lado temos de considerar que pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial, a NATO não foi capaz de "resolver" o conflito na Síria sem a ajuda da Rússia.



Desenvolvimentos futuros... 


- Desestabilização da Europa com atentados terrorista fabricados para imobilizar qualquer intenção da Europa em poder intervir.

- Criar um eixo Xiita através do Irão para justificar a acção dos Estados sunitas, como os palhaços da Arábia Saudita. O recente isolamento do Qatar é exemplo disso.

-  Negociações secreta com a China, pragmática, que é convidada das reuniões e Bilderberg, para sustentar o Dólar falido e criar uma frente asiática contra a Rússia.

- Tomar conta, novamente, da América do Sul, quinta dos Estados Unidos, através de desestabilizações políticas como na Venezuela e Brasil e futuramente do Chile, Uruguai e Argentina.

- Manter o continente africano subdesenvolvido e aceitar o domínio actual chinês (moeda de troca dos Estados Unidos da sua dívida).

- O futuro próximo será de atentados "terroristas" permanentes para manter o medo e os Estados sob tensão, sendo que progressivamente esse "terrorismo" se irá deslocar para o Suleste asiático.



 


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Après environ deux siècles d’humiliation et de décadence, le Dragon impérial chinois se remet en mouvement et avance à grands pas vers le centre de la scène internationale. La Chine, parfois appelée « le géant endormi » ou « le malade de l’Asie », a rapidement émergée pour devenir le nouvel épicentre de l’industrie, du commerce et des finances asiatiques – ainsi que de la puissance militaire !
De par son statut de nation la plus peuplée de la terre, avec la plus grande armée au monde, la Chine génère à nouveau de l’intérêt à travers l’est asiatique et ailleurs. L’ancien « dragon » rusé est déterminé à récupérer une position dominante, qu’il estime légitime pendant le 21ème siècle. L’apparition d’une superpuissance ambitieuse et belligérante, dans le lointain Orient, est extrêmement significative et aura des conséquences sinistres pour l’Amérique et l’Occident.
Napoléon avait prédit : « Lorsque la Chine se réveillera, cela secouera le monde. » Ces paroles deviennent une réalité. La Chine, la nation ascendante connue sous le nom de « Dragon Rouge », occupe déjà toute la partie orientale de l’Eurasie – la population la plus grande et la plus conflictuelle du monde. Cette pièce essentielle de la géographie est un « chaudron de civilisations », qui commence à bouillir sur toute sa surface, avec la résurgence d’un nationalisme profond et belliqueux. Les prophéties bibliques indiquent que juste avant le retour de Jésus-Christ, tout le continent eurasien explosera à cause de la confrontation de nations la plus spectaculaire et la plus dévastatrice que le monde ait jamais vu. Actuellement, nous sommes les témoins des « premiers rounds » de ce cataclysme ! Les commentateurs laïques sentent venir le danger, mais ils ne saisissent pas la profonde signification prophétique du retour du Dragon. Nous devons comprendre ce qui se passe avec la Chine, car les événements étonnants qui en découleront affecteront notre vie !
- See more at: http://www.mondedemain.org/revues/2000/octobre-decembre/chine-le-retour-du-dragon#sthash.FEJmwSYw.dpuf
Après environ deux siècles d’humiliation et de décadence, le Dragon impérial chinois se remet en mouvement et avance à grands pas vers le centre de la scène internationale. La Chine, parfois appelée « le géant endormi » ou « le malade de l’Asie », a rapidement émergée pour devenir le nouvel épicentre de l’industrie, du commerce et des finances asiatiques – ainsi que de la puissance militaire !
De par son statut de nation la plus peuplée de la terre, avec la plus grande armée au monde, la Chine génère à nouveau de l’intérêt à travers l’est asiatique et ailleurs. L’ancien « dragon » rusé est déterminé à récupérer une position dominante, qu’il estime légitime pendant le 21ème siècle. L’apparition d’une superpuissance ambitieuse et belligérante, dans le lointain Orient, est extrêmement significative et aura des conséquences sinistres pour l’Amérique et l’Occident.
Napoléon avait prédit : « Lorsque la Chine se réveillera, cela secouera le monde. » Ces paroles deviennent une réalité. La Chine, la nation ascendante connue sous le nom de « Dragon Rouge », occupe déjà toute la partie orientale de l’Eurasie – la population la plus grande et la plus conflictuelle du monde. Cette pièce essentielle de la géographie est un « chaudron de civilisations », qui commence à bouillir sur toute sa surface, avec la résurgence d’un nationalisme profond et belliqueux. Les prophéties bibliques indiquent que juste avant le retour de Jésus-Christ, tout le continent eurasien explosera à cause de la confrontation de nations la plus spectaculaire et la plus dévastatrice que le monde ait jamais vu. Actuellement, nous sommes les témoins des « premiers rounds » de ce cataclysme ! Les commentateurs laïques sentent venir le danger, mais ils ne saisissent pas la profonde signification prophétique du retour du Dragon. Nous devons comprendre ce qui se passe avec la Chine, car les événements étonnants qui en découleront affecteront notre vie !
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Après environ deux siècles d’humiliation et de décadence, le Dragon impérial chinois se remet en mouvement et avance à grands pas vers le centre de la scène internationale. La Chine, parfois appelée « le géant endormi » ou « le malade de l’Asie », a rapidement émergée pour devenir le nouvel épicentre de l’industrie, du commerce et des finances asiatiques – ainsi que de la puissance militaire !
De par son statut de nation la plus peuplée de la terre, avec la plus grande armée au monde, la Chine génère à nouveau de l’intérêt à travers l’est asiatique et ailleurs. L’ancien « dragon » rusé est déterminé à récupérer une position dominante, qu’il estime légitime pendant le 21ème siècle. L’apparition d’une superpuissance ambitieuse et belligérante, dans le lointain Orient, est extrêmement significative et aura des conséquences sinistres pour l’Amérique et l’Occident.
Napoléon avait prédit : « Lorsque la Chine se réveillera, cela secouera le monde. » Ces paroles deviennent une réalité. La Chine, la nation ascendante connue sous le nom de « Dragon Rouge », occupe déjà toute la partie orientale de l’Eurasie – la population la plus grande et la plus conflictuelle du monde. Cette pièce essentielle de la géographie est un « chaudron de civilisations », qui commence à bouillir sur toute sa surface, avec la résurgence d’un nationalisme profond et belliqueux. Les prophéties bibliques indiquent que juste avant le retour de Jésus-Christ, tout le continent eurasien explosera à cause de la confrontation de nations la plus spectaculaire et la plus dévastatrice que le monde ait jamais vu. Actuellement, nous sommes les témoins des « premiers rounds » de ce cataclysme ! Les commentateurs laïques sentent venir le danger, mais ils ne saisissent pas la profonde signification prophétique du retour du Dragon. Nous devons comprendre ce qui se passe avec la Chine, car les événements étonnants qui en découleront affecteront notre vie !
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Après environ deux siècles d’humiliation et de décadence, le Dragon impérial chinois se remet en mouvement et avance à grands pas vers le centre de la scène internationale. La Chine, parfois appelée « le géant endormi » ou « le malade de l’Asie », a rapidement émergée pour devenir le nouvel épicentre de l’industrie, du commerce et des finances asiatiques – ainsi que de la puissance militaire !
De par son statut de nation la plus peuplée de la terre, avec la plus grande armée au monde, la Chine génère à nouveau de l’intérêt à travers l’est asiatique et ailleurs. L’ancien « dragon » rusé est déterminé à récupérer une position dominante, qu’il estime légitime pendant le 21ème siècle. L’apparition d’une superpuissance ambitieuse et belligérante, dans le lointain Orient, est extrêmement significative et aura des conséquences sinistres pour l’Amérique et l’Occident.
Napoléon avait prédit : « Lorsque la Chine se réveillera, cela secouera le monde. » Ces paroles deviennent une réalité. La Chine, la nation ascendante connue sous le nom de « Dragon Rouge », occupe déjà toute la partie orientale de l’Eurasie – la population la plus grande et la plus conflictuelle du monde. Cette pièce essentielle de la géographie est un « chaudron de civilisations », qui commence à bouillir sur toute sa surface, avec la résurgence d’un nationalisme profond et belliqueux. Les prophéties bibliques indiquent que juste avant le retour de Jésus-Christ, tout le continent eurasien explosera à cause de la confrontation de nations la plus spectaculaire et la plus dévastatrice que le monde ait jamais vu. Actuellement, nous sommes les témoins des « premiers rounds » de ce cataclysme ! Les commentateurs laïques sentent venir le danger, mais ils ne saisissent pas la profonde signification prophétique du retour du Dragon. Nous devons comprendre ce qui se passe avec la Chine, car les événements étonnants qui en découleront affecteront notre vie !
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quarta-feira, 14 de junho de 2017

Reunião Bilderberg 2017

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Como todos os anos, o Clube Bilderberg reuniu-se. Este ano mais uma vez, em Chantilly, na Virgínia, nos Estados Unidos.


Reunião opaca, em que é difícil prever os temas abordados, mas previsíveis.


Contrariamente a muitos comentadores, Donald Trump e outros "eleitos" não me parecem serem alvo de críticas ou problema abordado. O plano está traçado há muito tempo. Os temas serão: o "terrorismo", o Médio Oriente, a Rússia, a China, a "crise do Dólar" e a divisão entre sunismo e xiismo.  



 
 

Os participantes portugueses são:

- José Durão Barroso, presidente da Goldman Sachs Internacional e que substitui Pinto Balsemão como "DJ residente" e que escolhe os dois outros participantes, neste caso:

- José Luís Arnaut, PSD, sócio gerente da CMS Rui Pena e Arnaut.

- E, nada menos do que António Mexia, presidente da EDP



Além dos nomes habituais e outros esperados, é de salientar:

- Fabiola Gianotti (ITA), diretora geral do CERN

- Annie Lööf (SWE), líder do partido Center Party

- Albert Rivera Díaz (ESP), presidente do Partido Ciudadanos

- Tiankai Cui, embaixador da China em Washington




Questões prementes:

- Abandono da sustentação e financiamento do "terrorismo islamita" e deixar o confronto "religioso" entre os Estados sunitas e xiitas. Apoiando os países sunitas, como o recente apoio à Arábia Saudita contra os outros, nomeadamente o Irão.


- Pressionar a Rússia através da NATO que os Estados Unidos fingem não apoiar.


- Abandono das "revoluções árabes" a favor de confrontar e instigar os países árabes uns contra os outros.


- Instigar um entendimento entre um eixo Irão, Qatar, Turquia e Gaza para que a defesa dos outros países da região tenham uma razão de ser e de intervir.


- Integrar a China no xadrez político dada a dependência americana desse país que detém a grande maioria das suas dívidas.


- Apostar em novas apostas de "terrorismo", como com as Filipinas para dominar o sul-este asiático e influenciar a América do Sul (o quintal dos Estados Unidos) através da Venezuela e Brasil.





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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Estamos a caminho de uma sociedade andrógina?

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Em nome da liberdade sexual, que deve existir, a nossa sociedade está a promover as particularidades de cada orientação sexual como um modelo social dominante.


A nossa sociedade está-se a tornar numa sociedade andrógina e estão-nos a vender esse modelo como comum, atraente e normativo, através da moda, dos espectáculos e dos média.


Existe, felizmente, uma diferença entre o Homem e a Mulher, claro que a Mulher subjugada pelo Homem não faz qualquer sentido, mas não é saudável diluir os dois géneros que se devem complementar com as suas diferenças.











Andrógina: pessoa que se sente com alguma combinação de características culturais, tanto masculinas (andro) quanto femininas (gyne) é quem se identifica e se define como tendo níveis variáveis de sentimentos e traços comportamentais que são tanto masculinos quanto femininos.


"Antigamente, a nossa natureza não era o que é actualmente. Haviam três espécies de homens e não duas como hoje: o macho, a a fêmea e uma terceira composta pelas duas outras: essa espécie é hoje uma espécie desaparecida. Era a espécie andrógina que tinha a forma e o nome das duas outras, macho e fêmea. Como eram possuidores de uma grande coragem, atacaram os deuses. Então Zeus cortou esses homens em dois."




Os "modelos" que são escolhidos actualmente nos Óscares e premiados tendem a favorecer positivamente a diferença, baralhando os sexos, como são o caso de "Brokeback Mountain", "A Rapariga Dinamarquesa" ou  "Moonlight".
Nunca se viu (ou ouviu) falar tanto de homossexuais (e afins) como agora.

 

 

O mundo do espetáculo mediático promove a ambiguidade sexual, exemplo disso é a Eurovisão. O próprio Salvador Sobral o defende. E que pensar da edição de 2014 da Eurovisão com Conchita Wurtz, o candidato(a)  austríaco(a) que associava com "muito charme" uma silueta feminina com uma barba viril. A transexualidade apresentada como normalidade.

 

 

A dessexualização abala a identidade humana e social. A ambiguidade sexual tornou-se uma moda que floresce no nosso quotidiano e passou da aceitação, à tolerância e finalmente a um modo padrão. 

 

É tempo de reenquadrar o Homem e a Mulher como complemento e não como mistura pouco definida das suas essências.




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sexta-feira, 9 de junho de 2017

Google irá rotular a imprensa alternativa como não credível

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Não é que a manipulação (verdadeiramente dita) de resultados não seja algo já praticado por este motor de busca.

Pois, quem tiver por hábito procurar informar-se sobre factos que são reportados pela imprensa alternativa, já deverá ter observado que os primeiros resultados são por norma, cada vez mais, de sítios cuja credibilidade é verdadeiramente questionável.



Ou seja, cada vez mais, o que acontece é que, se vai uma pessoa usar este motor de busca para se informar sobre factos reportados pela imprensa alternativa, a não ser que use a opção "site:x" (para, deste modo, ter como alvo sítios que já saiba serem credíveis), os resultados que são mais exibidos (isto é, os que aparecem nas primeiras páginas de resultados) são os de sítios na Internet que, até pelo nome dos mesmos, dá para ver que não são credíveis - ou que são até mesmo ridículos - ficando, consequentemente, um ignorante nestes assuntos, que vá pela primeira vez tentar averiguar algum facto não reportado pelos média de massas, com a ideia de que quem anda a escrever (mais extensivamente) sobre aquele assunto estranho de que ouviu falar são mas é uma cambada de "teóricos da conspiração".


(Sendo que, embora não admitindo esta companhia que o tem vindo já a fazer, temos "https://www.prisonplanet.com/google-rewrites-algorithm-to-bury-fake-news-in-search-results.html" aqui a mesma a admitir recentemente que vai começar a fazê-lo.)


Assim como, quem use frequentemente este motor de busca em localidades/computadores diferentes, já poderá ter reparado que, não só as sugestões que aparecerem são dependentes do que andou a pessoa anteriormente a pesquisar sobre, como os próprios resultados são diferentes, consoante o endereço IP que está a ser usado (e têm também "https://microarts.com/insights/why-googles-search-results-vary-from-person-to-person/"  uma admissão de que é isso mesmo que acontece).


Sendo esta a razão pela qual, quando queremos alertar alguém sobre algo, convém sempre providenciar hiperligações específicas - e não apenas dizer a tal pessoa que use certos termos de pesquisa neste conhecido motor de busca.


Mas, se este tipo de manipulação (por parte de um "https://www.infowars.com/group-calls-for-hearings-into-googles-ties-to-cia-and-nsa/" motor de busca com ligações à CIA e à NSA) não parece ser suficiente para manter as pessoas desinformadas - escondendo delas as hiperligações mais relevantes - eis que - no decorrer do pânico que se está a instalar entre o poder estabelecido, causado pela crescente quantidade de pessoas que tem vindo a prestar mais atenção à imprensa alternativa (e da subsequente campanha de difamação desta última imprensa, apelidando-a de emissora de "notícias falsas") - tivemos uma nova evolução...


A rotulação, pura e dura, de sítios de notícias na Internet, que tenta dizer que alguns dos sítios que são alvo desta rotulação não são de confiança(!) (semelhante ao que já começa a ser feito pela Amazon com "http://blackfernando.blogs.sapo.pt/amazon-comecou-a-rotular-certos-livros-94041" certos livros mais incómodos). E, têm "https://www.prisonplanet.com/google-fights-fake-news-with-fact-check-in-search-results.html" ;aqui um artigo que explica o que irá, no futuro próximo, começar a observar-se neste muito conhecido motor de busca.



Artigo publicado por um "site credível":