sexta-feira, 9 de junho de 2017

Google irá rotular a imprensa alternativa como não credível

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Não é que a manipulação (verdadeiramente dita) de resultados não seja algo já praticado por este motor de busca.

Pois, quem tiver por hábito procurar informar-se sobre factos que são reportados pela imprensa alternativa, já deverá ter observado que os primeiros resultados são por norma, cada vez mais, de sítios cuja credibilidade é verdadeiramente questionável.



Ou seja, cada vez mais, o que acontece é que, se vai uma pessoa usar este motor de busca para se informar sobre factos reportados pela imprensa alternativa, a não ser que use a opção "site:x" (para, deste modo, ter como alvo sítios que já saiba serem credíveis), os resultados que são mais exibidos (isto é, os que aparecem nas primeiras páginas de resultados) são os de sítios na Internet que, até pelo nome dos mesmos, dá para ver que não são credíveis - ou que são até mesmo ridículos - ficando, consequentemente, um ignorante nestes assuntos, que vá pela primeira vez tentar averiguar algum facto não reportado pelos média de massas, com a ideia de que quem anda a escrever (mais extensivamente) sobre aquele assunto estranho de que ouviu falar são mas é uma cambada de "teóricos da conspiração".


(Sendo que, embora não admitindo esta companhia que o tem vindo já a fazer, temos "https://www.prisonplanet.com/google-rewrites-algorithm-to-bury-fake-news-in-search-results.html" aqui a mesma a admitir recentemente que vai começar a fazê-lo.)


Assim como, quem use frequentemente este motor de busca em localidades/computadores diferentes, já poderá ter reparado que, não só as sugestões que aparecerem são dependentes do que andou a pessoa anteriormente a pesquisar sobre, como os próprios resultados são diferentes, consoante o endereço IP que está a ser usado (e têm também "https://microarts.com/insights/why-googles-search-results-vary-from-person-to-person/"  uma admissão de que é isso mesmo que acontece).


Sendo esta a razão pela qual, quando queremos alertar alguém sobre algo, convém sempre providenciar hiperligações específicas - e não apenas dizer a tal pessoa que use certos termos de pesquisa neste conhecido motor de busca.


Mas, se este tipo de manipulação (por parte de um "https://www.infowars.com/group-calls-for-hearings-into-googles-ties-to-cia-and-nsa/" motor de busca com ligações à CIA e à NSA) não parece ser suficiente para manter as pessoas desinformadas - escondendo delas as hiperligações mais relevantes - eis que - no decorrer do pânico que se está a instalar entre o poder estabelecido, causado pela crescente quantidade de pessoas que tem vindo a prestar mais atenção à imprensa alternativa (e da subsequente campanha de difamação desta última imprensa, apelidando-a de emissora de "notícias falsas") - tivemos uma nova evolução...


A rotulação, pura e dura, de sítios de notícias na Internet, que tenta dizer que alguns dos sítios que são alvo desta rotulação não são de confiança(!) (semelhante ao que já começa a ser feito pela Amazon com "http://blackfernando.blogs.sapo.pt/amazon-comecou-a-rotular-certos-livros-94041" certos livros mais incómodos). E, têm "https://www.prisonplanet.com/google-fights-fake-news-with-fact-check-in-search-results.html" ;aqui um artigo que explica o que irá, no futuro próximo, começar a observar-se neste muito conhecido motor de busca.



Artigo publicado por um "site credível":





terça-feira, 6 de junho de 2017

O estranho caso dos passaportes e BI no local dos atentados

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Passaporte descoberto no crash de Shanksville






Aparentemente nada de mais normal quando um terrorista planeia um atentado do que transportar com ele o seu passaporte ou BI reveladores da sua verdadeira identidade.


Mais extraordinário ainda que sistematicamente estes documentos sejam encontrados no meio de escombros ou pedaços do bombista suicida.


Estes factos surpreendentes só podem ter razão de existir com o intuito de ajudar a polícia à rápida identificação dos terroristas, caso estes não sejam suficientemente espertos para os identificar. A polícia agradece e nós também, afinal assim é tudo muito mais fácil e simples de explicar...




Visa descoberto nos escombros do World Trade Center






Ataque terrorista de Manchester, Maio/2017

O terrorista foi identificado por um cartão bancário descoberto... no seu após a explosão.



Ataque terrorista de Berlim com um camião, Dezembro/2016

Os documentos de identidade do suspeito foram encontrados... dentro do camião utilizado no ataque.



Ataque terrorista de Nice, Julho/2016

O jovem condutor do camião foi identificado com os documentos encontrados... no camião.



Ataque terrorista ao Charlie Hebdo em Paris, Janeiro/2015

A polícia encontrou o documento de identidade de Said Kouachi... na cena do tiroteio.



Ataque terrorista do Bataclan em Paris, Novembro/2015

Depois dos terrorista se terem feito explodir, os seus passaportes... foram encontrados no local.



Ataques terroristas do 11/Setembro /2001

No meio dos escombros que reduziram a cinzas, com um calor que fundiu o aço, um transeunte descobriu... o passaporte de um dos sequestradores.
No crash do avião que caiu perto de Shanksville e formou uma cratera sem que se tenha encontrado qualquer parte do avião ou dos seus passageiros, foi encontrado... o passaporte de um dos sequestradores.




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sábado, 3 de junho de 2017

Macron: o capitalismo apodera-se da França

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Macron é um puro produto dos multimédia, jovem, bonito, tem tudo de uma espécie de Kennedy à francesa, mas não é mais que um produto do vazio político francês contra a Frente Nacional.




Só tem 20% dos votos.

No nosso sistema "democrático" os votos nulos ou em branco não são contabilizados. Votos nulos ou em branco totalizam 13% dos votos, um número significativo dado que esses votantes "se deram ao trabalho de irem votar.
Por outro lado temos 27% de abstenção o que no cumulo representa que 40% dos franceses não votaram nem por Macron, nem por Marine Le Pen,
No conjunto, Macron ganha a eleição francesa com com 39% de votos, dos quais metade não votaram nele mas contra Marine Le Pen, temos então cerca de 20% dos franceses que votaram para Macron. Muito pouco para definir uma política real para um país da dimensão e influência da França.




Um capitalista que diz não ser de direita ou de esquerda.

Portanto a França será governada por um delfim dos Rothschild que irá proceder ao seu desmantelamento como nação. Uma "ditadura" está "Em Marcha". Não esquecer que Macron trabalhou para os Rothschild.




O medo e a esperança...

Não esquecer que estas eleições francesas foram baseadas no medo: medo do desemprego, da Internet, do futuro, da reforma, da emigração, dos atentados, ...

A maioria das pessoas vêm na esperança, que os políticos nos apresentam, a solução para o medo, mas a esperança não se cria no futuro, mas sim no presente. Tudo se passa agora e não no futuro, a criação do futuro está no presente.

A política representa a esperança dos escravos, que eleição após eleição têm a sensação de mudar o seu futuro sem resolver os problemas presentes, na realidade as eleições são uma ilusão de escolha e o seu voto dá uma sensação de esperança.




A França nas mãos dos banqueiros.

Para voltar à eleição francesa, uma questão pertinente é saber como é que um "desconhecido" é financiado e cria um novo partido. Só durante os anos de 2010 a 2012 ganhou no banco Rothschids cerca de 2,8 milhões de euros. Parte desse dinheiro foi ganho à custa de uma operação capitalista entre Nestlé e Pfizer.

Macron foi vendido como uma jovem Kennedy francês, mas está ligado aos grande grupo financeiros mundiais e é o produto desses mesmos grupos. Pode dizer que não é de direita ou de esquerda, mas este "golpe de estado" mediático não deixa margem para dúvidas, Macron é um produto do capitalismo liberal vigente.









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sábado, 20 de maio de 2017

A tecnologia aproxima quem está longe e afasta quem está perto

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Até que ponto a união de milhares de quilómetros possibilitada pela internet, não afasta quem está a poucos metros de nós? A verdade é que actualmente vivemos para a internet 24h do nosso dia. Ela tornou-se um vício, uma dependência das sociedades actuais.




Manter contacto com pessoas queridas, conversar com quem vive longe, conhecer pessoas mais facilmente (sejam elas da mesma cidade ou de outro continente) e a facilidade de comunicação a nível internacional entre grandes empresas criando assim negócios internacionais e mais amplos foram alguns privilégios que advieram do avanço tecnológico.


Quantas vezes deixamos de dar atenção a quem está ao nosso lado para dar atenção a quem está a quilómetros de distância? São incontáveis as vezes que acabamos por deixar de conversar com as pessoas que estão ao nosso lado num jantar em família ou numa reunião de amigos para ficarmos “teclando” no smartphone, seja num chat, nas redes sociais, em jogos ou noutra aplicação. Neste caso, a internet afasta as pessoas que estão próximas de nós.


“Nos relacionamentos já desgastados, com problemas não resolvidos, o uso da tecnologia pode virar um refúgio perigoso para que essas pessoas não entrem em contacto uma com a outra. Nesse caso, serve mais para afastá-las do que para aproximá-las”. 


“No começo da relação, essas tecnologias funcionam como um facilitador do afecto. Elas mandam mensagens de texto de carinho ao longo do dia, o que faz parte do jogo de sedução de hoje em dia”.
Mas muito depressa o envio de mensagens torna-se rotineiro, e rapidamente procuram contactos com outras pessoas, tornando a relação com o seu companheiro descartável, sendo que as que mantem com os outros muito mais interessantes. 






A possibilidade de adicionar desconhecidos tornou o tamanho da “lista de amigos” um fator de distinção social: quanto mais amigos, maior a popularidade e “melhor” a pessoa. Contudo, quem faz isso dificilmente conversa com todos os seus contactos, o que os transforma em meros números. Ou seja, ter um número alto de amigos não indica uma pessoa querida, carismática e virtuosa. Muito pelo contrário (apesar de haver exceções).

 As redes sócias são capazes de nos deixar sozinhos em um espaço físico, e ao mesmo tempo conectados com uma multidão no mundo virtual.  




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quinta-feira, 18 de maio de 2017

Está na altura de por fim às praxes

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As praxes no ensino superior não passam de rituais de humilhação e violência psicológica que não fazem qualquer sentido. Não se trata de integração.


Pelos vistos, tanto são "responsáveis" por tais práticas os que as realizam, como os que se subjugam às mesmas, aceitando a degradação de que são "vitimas". 


Está na altura de dizer não às praxes.




 





Nos últimos dias começaram a circular denúncias relativas a uma violação que terá acontecido durante a Queima das Fitas do Porto, tendo terminado no domingo. As fotografias do violador e dos espectadores emergiram ontem, terça-feira, e não podíamos deixar de as replicar num esforço para que estas bestas não tenham como sair à rua sem sentir vergonha na cara.


A violação ocorreu num autocarro dos STCP cheio de estudantes, onde ninguém interveio de maneira alguma para a impedir. Pelo contrário, a larga maioria dos presentes parecia estar bastante divertido com a situação, pois foram tiradas fotografia e foi gravado pelo menos um vídeo. Desde a noite de domingo que o vídeo foi espalhado em redes sociais como o whatsapp, expondo a identidade da jovem abusada e celebrando o acontecimento.


No final do vídeo, vê-se claramente que a jovem está completamente perdida e não está na posse das suas normais faculdades. Embora não estejam esclarecidas todas as circunstâncias, parece fazer sentido o relato de que a sua bebida teria sido minada.


Não temos palavras suficientes para expressar a nossa solidariedade com a jovem abusada, nem o nosso nojo pela Besta e por todos os que assistiram sem nada fazer para o impedir. 


É aterrador e intolerável a onda de abusos durante as Queimas das Fitas por todo o país. A apatia (nuns casos) ou a euforia (noutros) com que os universitários convivem com este tipo de abusos no principal ritual da praxe académica, mostra que o trabalho de acefalização da comunidade estudantil feito durante o resto do ano é bem-(mal-)sucedido.



Aqui
através de http://pt.indymedia.org/conteudo/newswire/36307
Este post foi denunciado e apagado pelo facebook do site Guilhotina.info  depois de ter atingido mais de 500 mil pessoas e ter tido largas centenas de partilhas , alegadamente por ter “violado os padrões da comunidade” (seja lá o que isso for…)



Ver também:

http://octopedia.blogspot.pt/2014/01/praxes.html

http://octopedia.blogspot.pt/2014/01/a-praxe-e-um-nojo.html

 


segunda-feira, 15 de maio de 2017

Quem vai pagar a factura do próximo Festival da Canção?

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A tradição faz com que quem ganha o Festival da Canção da Eurovisão será o organizador no ano seguinte. Mas isso tem custos.

Claro que os pequenos países vêm nessa "oportunidade" a ocasião de serem "badalados" e de fazer crescer o turismo. Os países mais poderosos vêm esse evento como um gasto de dinheiro inútil.




Existem sempre cinco candidatos a vencer o festival: a França, a Itália, a Alemanha, o Reino-Unido e a Espanha. A organização de um desses festivais tem um custo de cerca de 40 milhões de euros.

O custo cabe à televisão pública nacional de cada país. Ou seja, ao contribuinte que como em Portugal está a cargo da RTP. Portanto serão os contribuintes a pagar o próximo festival em Portugal.


Durante estes últimos anos, a Bulgária, a Croácia ou Eslovénia recusaram-se a participar na competição por razões financeiras.


Todos os anos, a televisão nacional organizadora apenas recebe a venda dos bilhetes, uma parte do sponsoring e uma parte do dinheiro dos votos (chamadas, SMS,..).

Os custos são enormes: cena, luzes, electricidade, empregados, segurança, infrastructuras, transporte, recepção.


Por todos estes factos é que muitos países "favoritos" não estão minimamente interessados em ganhar o festival, por isso mesmo se compreende a disparidade de votos no momento da "escolha" do candidato vencedor e por consequência o país organizador da próxima edição.


Neste contexto, podemos questionar: qual o país que quer ganhar? Nenhum.

A desgraça de ganhar e de ter de organizar o próximo festival é uma verdadeira desgraça. É um empreendimento vocacionado à perda, porque contrariamente ao futebol, não existe publicidade durante o Festival da Eurovisão. E como já foi dito as únicas receitas são as taxas dos votos, os bilhetes e alguns sponsors, ou seja muito pouco.


Os países do sul da Europa estavam a afastar-se do festival da Eurovisão, era necessário um desses países ganhar. Portugal já estava "encalhado" para ganhar.

Portugal ganha com uma canção banal, sem qualquer nível artístico particular, já estava dado como vencedor.


Pode parecer muito elogioso, mas tudo isto estava planeado com antecedência, daí a votação inesperada e inusitada.

Dizem que o retorno dos 40 milhões de euros investidos pela nossa televisão publica (dinheiro de todos os contribuintes) poderá ser de 80 milhões, mas nessa caso trata-se de retorno de empresas privadas de turismo ou hotelaria que não se irá traduzir com um retorno para todos nós, só para empresas privadas.





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domingo, 14 de maio de 2017

Porque é que Portugal ganhou a Eurovisão

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Portugal acabou de ganhar inesperadamente o concurso da Eurovisão com uma canção banal, mal cantada e piegas. 

 

Este "concurso" sempre foi político, basta lembrar a canção "Hallelujah" em 1979, ou no ano passado a Ucrânia ter ganho o festival após o conflito entre a Rússia e a NATO pela Crimeia.

 

Agora é a vez de Portugal, porque os países do sul da Europa estavam cada vez mais alienados desta andança consumista, esteva na hora de os ralear a esta andança consumista global.


Todos os anos a Europa mostra, a quem quer ver, os seus dejectos musicais. Fá-lo num song contest altamente publicitado e sob o patrocínio da Eurovisão.

Sujeito a uma fórmula comercial e de espectáculo duma pirozida indescritível, o song contest aparece como uma réstia do que ainda é nacional na produção e apresentação de canções e por isso o concurso destina-se a escolher um dejecto apresentado em nome dum país por um representante autóctone.

Para quem julgava que a pirozidade não tem fronteiras o caso fica arrumado pois o song contest é uma luta dos países pela apresentação do dejecto mais dejecto em busca do maior número de votos para sair vencedor.

As luzes e fumos de palco, os movimentos de câmara e os gritos incessantes da assistência são o caldo onde os dejectos ficam a boiar ao longo do espectáculo. E a Europa fica em tudo isto representada como um imenso enfadonho dejecto social e político.

E enfim tivemos um salvador, nós, Portugal que andou sempre pelas ruas da amargura, incompreendido e sem empreendedorismo que arrecadasse votos suficientes para as nossas cantiga.

 

Estamos salvos e redimidos e para o ano o orçamento de estado tem mais um rombo que nos vai sair da pele porque o caldo nos compete e teremos de escoar todos os dejectos que se apresentarem no song contest por uma rede de esgotos do tempo do Marquês que terá ser europeísticamente desentupida e requalificada. Pobre Tejo …

 

 

 

Com a participação de: https://oxisdaquestaoblog.wordpress.com/2017/05/14/o-concurso-dos-demus-europeus/

 

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