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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

A intrigante capa de Charlie Hebdo

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Um ano após os atentados de Charlie Hebdo, a capa deste jornal, quando todos esperariam mais do mesmo, é no mínimo surpreendente. 


Com uma tiragem de um milhão de exemplares espalhados por tudo o mundo, e com a referência: "Um ano depois, o assassino ainda corre", a capa é, no mínimo, enigmática.





O cartunista Riss, actual director, ferido gravemente no dia 7 de janeiro de 2015, assina o cartoon da capa do jornal e refere no editorial que "a convicção dos ateus e dos laicos podem mover mais  montanhas do que a fé dos crentes".


A caricatura dos responsáveis pelos atentados já não é Maomé, não existe qualquer referência muçulmana, a personagem representada com a túnica ensanguentada é Deus. Este facto coloca todas as religiões monoteístas no mesmo saco.



Porquê esta súbita mudança de estratégia?

Será uma pura intenção de apaziguamento em relação à religião islâmica, inferindo que no fundo todas religiões são iguais e que os atentados poderiam ter sido perpetrados por fanáticos judeus ou católicos? 


Esta teoria não parece crível, dado que no passado, ao longe de anos, Charlie Hebdo sempre criticou a religião muçulmana, ainda mais quando se trataria de uma homenagem aos mortos da sua redação.



Então o que é que mudou?

O que mudou é que os autores querem transmitir que os atentados contra Charlie Hebdo não foram executados por islamistas radicais, mas sim, realizados por indivíduos em nome da religião.


A família Rothschild comprou Charlie Hebdo em dezembro de 2014, um mês antes dos atentados.



A presença da pirâmide Illuminati.

O mais estranho é que o Deus desta capa está coroado pela pirâmide illuminati. Esta referência, inusitada por parte de Charlie Hebdo, faz com que as religiões (e o suposto atentado) tenha sido perpetrado em nome dos illuminati.


Não esquecer que um dos objectivos dos Illuminati é a diluição das religiões em torno de uma única ideologia global supranacional, esbatendo qualquer individualidade e de tornar a população em carneirinhos obedientes. Tudo em nome da segurança, claro, para bem de todos.


Está cada vez mais claro que estes atentados foram planeados e executados por pessoas que nada tinham a ver com fanáticos islâmicos. 





Para os interessados:

http://blackfernando.blogs.sapo.pt/para-quem-duvidar-que-a-penultima-87078

http://octopedia.blogspot.pt/2015/01/charlie-hebdo-um-atentado-demasiado.html

http://octopedia.blogspot.pt/2015/01/marcha-republicana-marcha-da-hipocrisia.html







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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

O medo do terrorismo como arma de governação mundial.

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Para que servem os atentados terrorista quando assassinam pessoas inocentes, só porque sim? Isto não faz qualquer sentido. Então para quê?

Todos estes atentados, como o de Paris, não vão levar a uma suposta invasão do ocidente por extremistas islâmicos, sejamos honestos.

Estes atentados têm um único objectivo: o medo. A partir de agora ninguém está seguro na sua vida rotineira, todos podemos ser alvo de atentados indiscriminados.






Mas se não servem para nada, então porque existem?


O medo é uma perturbação perante um risco ou ameaça real ou imaginária. Como emoção primária é útil para reagir perante uma ameaça, mas também pode paralisar o individuo baralhando a sua capacidade em destrinçar o real do imaginário.


Neste caso, os extremistas islâmicos vão-nos degolar e matar-nos na nossa casa, no nosso país, por isso temos de os combater e aceitar qualquer medida anti-terrorista em detrimento da nossa liberdade. Iremos aceitar qualquer intromissão na nossa vida quotidiana em nome dessa liberdade que iremos perder.







Tudo isto não é inocente...

No caso dos atentados de Paris, é claro que existem planos geo-estratégicas por parte dos países dominantes, os Estados Unidos entre outros, têm como finalidade: criar o medo, e perante o medo que todos estajamos prontos a aceitar qualquer medida de retaliação e ocupação de países através de países "amigos" do ocidente que fomentam esses grupos terroristas, como a Arábia Saudita ou o Qatar.


Bashar Al-Assad é para abater com vista a ocupar este território estratégico, onde iria passar oleodutos provenientes do Irão e assim impedir o abastecimento da Europa através de Baku num Azerbaijão dominado por um ditador conivente com o ocidente.


 






Manipulação através do medo.


Não é inocente que várias medidas tivessem sido decretadas pela Bélgica sujeita a um atentado iminente (?) como o fecho das escolas.


Porquê as escolas? As escolas não fazem parte de qualquer plano terrorista, as escolas fechadas preparam psicologicamente as crianças a ter medo de uma potencial ameaça.


Desde tenra idade são formatadas a ter medo e aceitar qualquer condicionamento das suas vidas como sendo normal, e mais tarde a aceitar qualquer directriz emanada pelos Estados em nome do bem comum.


Muita gente não se apercebe no seu dia a dia mas está a ser sujeita a directrizes superiores que acabam por achar como normais.








Formatação global.

As lareiras estão proibidas em Paris por directrizes da União Europeia, em nome da menor produção de CO2. Mas então tenho uma lareira e não a posso usar? Não, em nome da falácia do aquecimento global.


Os Jardins público estão actualmente traçados a esquadra, sem qualquer irregularidade natural que faziam a sua beleza, em nome da uniformização.


Gostava de uma determinada espécie de maça, mas não a poderei voltar a comer em nome da uniformização e seleção comenditada pela União Europeia.


Pouco a pouco, ao permitir a uniformização através de medidas criadas para nosso bem comum, estamos a abdicar da nossa identidade, da nossa individualidade, e essa é a finalidade.


Em breve o vizinho que acende o cigarro no hall da escada, entes de sair porque havia vento lá fora, irá ser denunciado pelo seu vizinho por ter acendido o cigarro nesse mesmo hall.








Controlar pelo medo.

O medo é legítimo,  mas o medo paralisa-nos, não nos deixa pensar e destrói o nosso Espírito auto-crítico.


O terrorismo tornou-se, pela avalanche de imagens e informação, um meio de nos tornar carneirinho de qualquer medida que aceitamos como indispensável para nos salvar.


Este é o objectivo último de toda esta nova ideologia do terrorismo: aceitar qualquer medida como normal, aceitar modificar o nosso comportamento como indispensável e aceitarmos o sistema, sistema esse planeado para nos domesticar.







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domingo, 22 de novembro de 2015

Para que servem os atentados terroristas do Daesh?

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Antigamente os atentados terroristas serviam objectivos políticos ou territoriais. Compreende-se por exemplo os atentados bascos: serviam para a reinvidicação de um estado basco. Compreende-se os atentados palestinianos: servem para reinvindicar um território: o estado da Palestina.


Mas o que faz confusão, e raramente é abordado, é: para que é servem estes atentados do auto-proclamado Estado Islâmico?


A ideia que fica é que servem apenas para promover a simples ideia de terrorismo.












O que é o Jihad?


Dizem que os islamistas violentos justificam os atentados como uma ideia de "guerra santa". Ora, não existe qualquer texto islâmico que autorize matar, por exemplo mulheres e crianças inocentes.  
 

Em nenhuma passagem do Corão o termo "jihad" significa um conflito armado (este é designado por "qital"). O termo "jihad" significa luta ou esforço, no sentido dos crentes se esforçarem para atingir a sua plenitude, neste caso com Deus.


O texto sagrado do islamismo, o Corão, é um plágio da Bíblia que por sua vez é um plágio da Torá. Em todas as religiões existem interpretações radicais. O Corão não é excepção.
  

Historicamente, por questões tribais e políticas, houve interpretações convenientes para a época para conquistarem adversários, exemplo disso são os Hadith, uma espécie de textos e de lendas que se transformaram em leis sobre a vida de Maomé. Estes textos vieram estragar tudo.


Convém lembrar que Islão vem da raiz Sin, Lam e Mim que significa "paz". No Corão, o "grande Jihad" convida os muçulmanos à "luta" pela melhoria da sociedade. Das quatro interpretações do Jihad, só a ultima, "a pequena Jihad" significa combater o inimigo pela espada que na época significava combater o inimigo para defender o território.



O "nosso modo de vida".


Desde os atentados de Paris que se diz que foi atacado o "nosso modo de vida", como se o nosso modo de vida fosse uma coisa uniforme, igual para todos. Nem todos os franceses e ocidentais têm o mesmo modo de vida. esta referência parece absurda. 

Será que quem não tem no mundo o nosso modo de vida estará errado e deverá ser atacado? Muitas populações no mundo têm um modo de vida diferente do ocidental. Esta referência implica que existe um modo de vida comum e universal que não é verdadeiro.

Esta simplificação absurda esconde o verdadeiro objectivo dos atentados contra o ocidente e não explicam as suas reinvidicações.



Para que servem estes atentados?


Será que estes atentados indiscriminados com o único objectivo de fazerem vitimas vão permitir a conversão dos que não pensam como os radicais islâmicos? Será que estes atentados são perpetrados para reinvindicar um estado islmâmico mundial, quando a maioria dos países muçulmanos não concorda? Serão que vão invadir o mundo? Então qual o objectivos destes atentados?



Uma nova máfia tolerada pelo ocidente. 
 
 
O chamado Estado Islâmico financia-se pela venda de petróleo dos territórios conquistados vendendo esse petróleo a metade do preço internacional. Quem diz exportação diz transações financeiras. Quem diz transações financeiras diz compradores. Mas essas transações financeiras fazem-se através do "shadow banking" que não são contabilizadas nos grandes bancos mundiais.


Assim, só o petróleo rede ao Estado Islâmico cerca de um milhão de dólares por mês. Isto sem falar da venda de gás, algodão, fosfatos e extorsão das populações conquistadas.
 

Muitas dessas exportações são operadas através da Turquia. Mas o financiamento também passa pela Arábia Saudita e o  Catar.


O Estado Islâmico tornou-se nunca nova máfia em que muitos agentes comerciais têm interesse em manter os seus negócios. Tornou-se tão difícil de combater como as máfias organizadas que satisfazem muitos clientes.


Mas uma coisa é certa os seus atentados indiscriminados não fazem qualquer sentido. Satisfazem apenas um único objectivo: promover a ideia do terrorismo.










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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

O terrorismo espetáculo

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O auto-proclamado Estado Islâmico pela sua forma de agir tornou-se num terrorismo espetáculo. Já não se trata só de ataques terroristas para reinvindicar qualquer coisa, trata-se de matar simplesmente para matar sem um objectivo determinado.




Apesar da a ideia subjacente ser de destruir uma certa forma de vida ocidental, em nome de uma deturpação religiosa, matam indiscriminadamente apenas para provocar o medo nas nossas sociedades, mas sempre com um quê de espetáculo.


Nunca esses atentados irão converter os visados. Nunca esses grupos radicais irão "dominar" o mundo. Então qual é o verdadeiro objectivo? Trata-se de acções espetaculares muito bem coordenadas (demasiado coordenada) para um puro espetáculo abjeto.


E depois lá vão horas de imagens chocantes e um sem fim de "especialistas" a tentarem explicar o inexplicável nas televisões. Demasiado dependentes da imagem, as televisões mostram os tiros, a acção das polícias e numerosos testemunhas ad  nauseam.


Os nossos cérebros são invadidos pelo medo, medo bem real mas que se torna doentio, que nos desestabiliza no nosso dia a dia. Esse é o objectivo. A melhor maneira de acabar com o terrorismo é desligar a televisão.

Temos, antes de mais, de analisar o modus operandis desta violência. Todos estes atentados são encenados de forma quase hollywoodiana. Temos vítimas que veste um uniforme laranja, cortes de cabeças e exposição perante as cameras. Os anglos de filmagens são perfeitos, o som também e as luzes dignas de qualquer filmagem do mais alto nível.


Os atentados de Paris numa sexta-feira 13, data supersticiosa no ocidente, não tem qualquer referência para os muçulmanos. Temos bombistas suicidas que apenas fizeram um morto, tendo-se explodido para nada nas imediações do Stade de France. Terroristas que fazem reféns (para quê? Para trocar esses reféns contra quê?).
 

Tudo isto parece fazer parte de um reality show, de um filme de terror. Mas é esse o propósito criar medo, muito medo. Ninguém está seguro. Nesta nova guerra o único objectivo é manter o caos permanente.


Os Estados Unidos adoptaram essa política do caos. Financiam o Estado Islâmico através dos seus vassalos como a Arábia Saudita ou o Catar para desestabilizar a região e os seus comanditário extremistas desestabilizam a Europa, ciente que o liberalismo e tolerança da Europa é o que, a longo prazo, a condenará.






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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Os três terroristas idiotas dos atentados de Paris

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Perante o fluxo de informação e de imagens chocantes dos atentados de Paris, muita gente não reparou num pormenor insólito:
Três dos terroristas dos atentados de Paris explodiram-se para nada ("apenas" um morto) perto do Stade de France.




Com a presença de 80 000 espectadores, poderiam-se ter misturado com a multidão durante a entrada para o estádio, onde teriam provocado numerosos mortos.


Em vez disso, afastarem-se e explodiram-se sem ninguém à volta.


O objectivo era provocar o maior número de mortos, como qualquer bombista suicida, ora estes três terrorista incompreensivelmente o que fizeram não passou de um suicídio. Esta atitude não faz qualquer sentido.


Ao misturarem-se no meio da multidão durante a entrada para o início do jogo, uma hora antes, teriam atingido não só o objectivo de matar muita gente, como também esse acontecimento teria tido um enorme impacto mediática.


Poderiam também terem esperado o fim do jogo, dado que nesse momento todas as forças policiais estavam concentradas a alguns quilómetros do Stade de France, os restaurantes e o Bataclan, que já teria acontecido.


Não fizeram nem uma coisa nem outra. Devemos acreditar portanto que estes terroristas eram pouco experientes, o que não parece provável. Também poderiam ter os seus relógios atrasados!


Outra hipótese é que não saberiam muito bem qual era a missão a que estavam destinados e que poderão ter sido detonados à distância pelos comanditários desta sequência de atentados por mudança de planos.



Nota: Quanto à identificação dos terroristas essa é muito rápida, dois ou três dias apenas, apesar de desfeitos pela cintura de explosivos, foram todos identificados. Em contrapartida, ainda existem uns vinte mortos por identificar, apesar vítimas de tiros e não desfeitos...






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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

O estranho caso dos passaportes dos atentados de Paris

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Os terroristas têm sempre super-passaportes...


Julgávamos que, após os terroristas terem atingido as Torres Gémeas, com aviões cheios de combustíveis ao ponto de provocarem uma combustão capaz de derreter o aço, e mesmo assim terem descoberto o passaporte intacto um dos terroristas no meio dos escombros, a farsa já tinha acabado.


Mas não. Pelos vistos quanto mais grotesca é a mentira mais ela se repete.


Desta vez foi descoberto o passaporte de um dos terroristas que se fez explodir. O terrorista ficou desfeito, mas o seu passaporte não.


E surpresa! O passaporte é sírio! Por pouco não era o passaporte de Bashar Al-Assad. No próximo atentado a aposta lógica é que o passaporte será iraniano.




Terroristas amadores...


Desde os atentados do 11 de Setembro que se tornou uma mania, a de os terroristas não se esquecerem de levar com eles ou o bilhete de identidade ou o passaporte. É lógico, vão se matar mas não esquecem a identificação.


Quando não o têm a identidade com eles, esquecem o passaporte no caro ou um livro em árabe.


No 11 de Setembro um dos terroristas até transportava com ele um livro sobre instruções de pilotagem, um pouco como aqueles alunos que pelo caminho vão revendo a matéria antes do exame. Neste caso, todos os especialistas estão de acordo para referir que as manobras efetuadas pelos aviões que atingiram as Torre Gémeas eram fruto de um piloto experiente, por isso convém rever a matéria.


Neste caso dos atentados de Paris, também temos terroristas que andam de caro com uma matricula verdadeira, neste caso uma matricula belga. 


Para uma serie de atentados extremamente bem planeados, dignos de uma Mossad, afinal estes terroristas não passam de amadores...







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sábado, 14 de novembro de 2015

Incongruências nos atentados de Paris

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O alcance simbólico foi atingido: qualquer pessoa pode ser morta pelos membros do auto-proclamado Estado Islâmico.

Para além do horror algumas incongruências...




Fala-se de reféns no Bataclan, ora os jahidistas não fazem reféns, o único objectivo é matar, não têm nada para reivindicar, apenas cumprem um o único objectivo o de matar o maior número de infiéis.


Os atentados fora do Stade de France foram realizados durante o jogo, se fosse para matar um grande numero de pessoas teria sido realizado na entrado das pessoas no início do jogo ao no fim do jogo.


Para atingir um edifício de renome não teriam escolhido o Bataclan, pouco conhecido a nível mundial, mas sim a Opera ou Olympia de Paris.


Como sempre, os terroristas estão em posse de um passaporte. Como se um suicida tivesse o cuidado de levar com ele o seu BI ou passaporte. Passaporte este que, neste caso,  referencia um dos terroristas como sendo sírio e que terá passado como migrante através da Grécia.


Fala-se aqui de oito terroristas para sete atendados, objectivamente faltam aqui muitos terroristas...







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