quarta-feira, 13 de julho de 2011

As sociedades secretas e semi-secrretas que nos governam

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RT = Tribunal Rothschild / Família Rothschild

Conselho dos 13 = Os 13 "druidas" mais chegados do núcleo Rothschild

Conselho dos 33 = 33 Franco-mações do grau mais elevado

Comité dos 300 =  300 pessoas ligadas à coroa britânica, dominam o sistema bancário mundial e estão todos ligados ao grupo Rothschild

Bilderberg = Fundado em 1954, o núcleo principal presta lealdade a Rockefeller e Rothschild

Comissão Trilateral = Fundada em 1972 por Rockefeller e Brzezinski

Council on Foreign Relations (CFR) = Fundado pelo Round Table em 1921,  controlado por Rockefeller, controla a banca mundial, o circulo mais intimo pertence aos Skull & Bones

Skull & Bones = Fundado em 1832 em Yale nos USA, o circulo mais intimo pertence ao Jason Society

Clube de Roma = Fundado por Rockefeller

ONU = Decidida em reunião maçónica em 1917, inicialmente nomeada de Sociedade das Nações em 1919, ulteriormente renomeada de ONU em 1945

Do Comité dos 300 fizeram ou fazem parte nomes como: Willy Brandt, George Bush, lord Carrington, Kissinger, Mitterand, Oppenheimer, Olof Palmer, princesa Beatrix, príncipe Rainier, Elisabeth II, JP Morgan, Cecil Rhodes, e claro David Rockefeller e Edmond de Rothschild.




Octopus

ORGANIGRAMA DA SOCIEDADE

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1 - OS VERDADEIROS DIRIGENTES

                      (Os illuminati)

(Família Rothschild, Conselho dos 13, Conselho dos 33 e Comité dos 300)


A) SOCIEDADES ESOTÉRICAS

(Skull & Bones, Bohemian Grove,...)


B) SOCIEDADES SEMI-SECRETAS

(Clube Bilderberg, Comissão Trilateral, Council for Foreign Relations, Clube de Roma,...)






2 - ORGANIZAÇÕES GOVERNANTES

(Todas não-eleitas: ONU, FMI, BCE, FED, Comissão Europeia, OMS, FDA, "Media", ...)





3 - DIRIGENTES "MARIONETES"

(Presidentes, chefes de Estados, altos cargos estatais, chefes religiosos,...)



4 - BRAÇOS ARMADOS



(Serviços secretos: CIA, NSA, FSB, MI6, Mossad,...; NATO, Forças Armadas, milícias, grupos armados radicais,...)






5 - OS QUE TENTAM FAZER FUNCIONAR O SISTEMA

(Altos funcionários, políticos que acreditam nas suas ideologias, investigadores, militares convictos,...)





6 - OS QUE SE APROVEITAM DO SISTEMA

(Máfias, traficantes, redes de prostituição, redes de pedofilia,...(a maioria com a protecção dos níveis anteriormente descritos))






7 - A MASSA POPULAR

(Os consumidores, a maioria silenciosa, os passivos, os fans de clubes, os que acreditam nas informações transmitidas pelos meios de comunicação, os que acreditam que votar de 4 em 4 anos muda qualquer coisa, os que acreditam que votar é exercer um acto democrático livre,...)



P.S.:

(No meio de isto tudo, existem pessoas que que qualquer coisa está mal e não funciona, são os humanistas, investigadores independentes, alguns militantes ecologistas, jornalistas não-alinhados,... Estes podem ser oriundos dos níveis 7, 6, 5, 4 ou 3, raramente do nível 2 e nunca do nível 1)



Octopus

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Excesso de higiene aumenta alergias

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Excesso de higiene, de vacinação e de medicamentos poderão perturbar o nosso sistema imunitário e estar na origem do aumento do número de alergias.


Actualmente, nos países desenvolvidos, 1 em cada 3 pessoas sofre de uma qualquer doença alérgica, há 40 anos atrás, eram apenas 1 em cada 20.




Durante muito tempo, culpabilizou-se a poluição das grandes cidades como sendo a principal causa do aumento das alergias, actualmente, pensa-se que o excesso de higiene nos primeiros anos de vida poderá ser o grande responsável.


Em dezembro de 2009, foi publicado um artigo na revista "Proceedings of the Royal Society B" em que 3000 crianças das Filipinas foram seguidas desde 1983, durante 22 anos. Desde os seus nascimentos, que foram anotadas as condições de vida destas crianças: tipo e frequência de higiene, alimentação, condições de habitação, presença de animais,... 


Vinte anos mais tarde, as suas taxas de PCR (Proténa C reactiva), implicada nas reacções inflamatórias, era de 0,2 mg/l. En contrapartida nos estados unidos os jovens adultos têm taxas entre 1 a 2 mg/l, ou seja dez vezes mais. Sendo igualmente a proporção de alergias nas crianças das Filipinas dez vezes menor do que nas crianças americanas.


Os autores deste estudo chegaram à conclusão de que uma exposição aos micróbios durante a infância faz com que a taxa de PCR seja menor na idade adulta.



Recentemente, um artigo publicado no "Journal of Clinical Investigation" revela que o aumento dos casos de asma é devido à erradicação sistemática nas sociedades ocidentais da bactéria gástrica Helicobacter Pylori. 


Com efeito, cerca de metade da população mundial é portadora sã desta bactéria, como muitas outras aliás. Mas, em certas condições, este micróbio pode desencadear, pelo menos é o que pensam actualmente os investigadores, gastrites, úlceras e cancro do estômago. 


Por essa razão a maioria dos médicos não arrisca e destrói sistematicamente a presença do Helicobacter Pylori com uma antibioterapia preventiva. Resultado esta bactéria outrora hospedeiro habitual no nosso organismo, foi praticamente erradicada nas nossas sociedades "avançadas". 


Assim, uma grande parte do aumento das alergias nos países industrializados poderá estar ligada à utilização generalizada e abusiva de antibióticos e ao desaparecimento induzido dos microorganismos que povoam o corpo humano.




http://rspb.royalsocietypublishing.org/content/early/2009/12/08/rspb.2009.1795.full.pdf

 
http://www.lesmotsontunsens.com/l-hygiene-source-de-maladies-6801

http://www.mediadesk.uzh.ch/articles/2011/Helicobacter-pylori_en.html

http://www.lesmotsontunsens.com/sante-l-homme-eradique-des-bacteries-qui-le-protegent-10735

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Criação de uma agência de rating europeia: o lifting da credibilidade

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A criação de uma agência de rating europeia não passa de uma manobra de diversão para nos fazer crer na isenção de uma nova agência, que na realidade será manipulada pelos mesmo actores de sempre, os grandes grupos financeiros mundiais.



Pode até parecer genuína a reacção de Durão Barroso perante o corte do rating de Portugal pela Moody's, mas esta desculpa chega mesmo no momento certo para anunciar a criação de uma agência de rating europeia. Na realidade tudo estava planeado desde há muito tempo para que isto acontecesse.


O jornal  "i" revela na sua edição de hoje, que "a Comissão Europeia está a trabalhar há seis meses num plano para constituir uma agência de rating europeia. Michel Barnier, comissário europeu do Mercado Único e Serviços - responsável pelas áreas de regulação e supervisão dos serviços financeiros e agências de rating -, está a liderar o processo no seio do braço executivo da União Europeia".


Esta agência europeia de rating terá o financiamento do Banco Central Europeu (BCE) que como sabemos é um órgão dependente dos grandes grupos financeiros. Nestas condições, é impossível não ver aqui um conflito de interesses potencial, do mesmo tipo daquele que agora apontam às agências americanas.
Portanto a criação de uma agência de rating europeia não irá resolver esse problema antes pelo contrário.


Outra questão é a nomeação dos responsáveis por essa agência. Pelo que tudo indica essa será feita pela Comissão Europeia, órgão composto por pessoas não-eleitas democraticamente, "sugeridas" pelo clube de Bilderberg e ao serviço da finança mundial.


Na realidade uma agência de rating europeia não vai servir para legitimar a existência de tais agência. Se for uma agência pública a sua imparcialidade será posta em causa pelos estados europeus que ela notar, se for privada a sua origem europeia não garante que as suas notas serão mais justas que as das actuais agência. Não esquecer que, apesar de serem suspeitas aos olhos de muitos pela sua origem anglo-saxónica, o principal accionista da Fitch é francês, trata-se de Fimalac, do grupo de Marc Ladreit de Lacharrière.


O que é preciso é por fim a este sistema de notação, seja ele o actual ou através do "lifting" da criação de uma agência dita europeia, controlada pelos mesmos actores.


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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Acabar com as agências de rating

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Como nas arenas romanas, em que o imperador com um simples gesto podia condenar à morte um gladiador, as agência de rating fazem o mesmo com os países que elas notam.





Quem são essas agências que dispõem do poder de vida ou de morte sobre uma nação?


Como já foi abordado neste blogue, existem três agências de rating americanas que dominam 95% do sector: a Standard & Poor's, a Moody's e a Fitch. Apesar de não fazerem grande alarido, estas agências não escondem que trabalham de mão dada com Wall Street e a City. 



Quem controla as agências de rating?


Moody's:
O accionista principal é Berkshire Hathaway que pertence a um dos maiores especuladores da história, Warren Buffet e ao conhecido Bill Gates.

Fitch:
Pertence à francesa Fimalac (Financière Marc Ladreit de Lacharrière). No conselho de administração temos Philippe Lagayette de JP Morgan, David Dautresme de Lazard Frères e Henri Lachmann do grupo Schneider Electric.

Standards & Poor's:
É uma filial da empresa de "media" McGraw-Hill Companies de Nova Iorque. O homem forte é o seu vice-presidente inglês David Murphy, antigo patrão internacional dos recursos humanos da Ford Motor Company.






Uma das questões fundamentais é: porque é que Estados soberanos, Estados europeus, aceitam ser julgados, condenados e desestabilizados por três empresas privadas?
Porque é que empresas privadas podem impor as suas leis a estados soberanos?
Porque é que não se passa nada? 
Porque é que nem os Estados, nem a Europa se mexem?



A resposta é: porque a ganância tornou-se a regra que rege a banca e todo o sector financeiro, porque são eles que destroem as instituições democráticas para nelas colocar uma "oligarquia", isto é, o poder controlado por meia dúzia de pessoas. Uma oligarquia da riqueza, uma oligarquia ao serviço da riqueza.


Esta construção perversa tem a ajuda daqueles que julgamos serem os nossos representantes eleitos democraticamente, mas que na realidade são colocados no poder por organismo elitistas com o clube de Bilderberg. São também eles que dominam as grandes instituições não-eleitas que nos governam: Comissão Europeia, FMI ou Banco Central Europeu.



Mas chega um tempo em que demais é demais! Chega um tempo em que é preciso dizer basta! 


Por isso, é urgente levar a cabo o combate do direito, o combate da verdadeira democracia, o combate da ética, para combater e regulamentar os comportamentos dessa oligarquia constituída pela finança internacional, os bancos, as grandes empresas multinacionais e os políticos que as sustentam.


Enquanto o nosso sistema jurídico, apesar das limitações, o permite, um processo deve ser instaurado contra as agência de rating. Para isso, quatro docentes universitários - José Reis e José Manuel Pureza, da Universidade de Coimbra, e Manuel Brandão Alves e Maria Manuela Silva, do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) - pediram um inquérito à Procuradoria-Geral da República (PGR), denunciando as três agências de crime de manipulação de mercado. A iniciativa é inédita em Portugal, mas já existem outros exemplos concretos.



Existe igualmente uma Petição entregue na Procuradoria-Geral da República (PGR)


Os signatários da Petição propõem assim que do inquérito realizado se possa apurar:

a) a prática dos actos abusivos que são imputados às Denunciadas;
b) a existência de graves prejuízos produzidos nos interesses do Estado e do povo Português;
c) a identificação dos quadros directivos das ditas agências e os autores dos actos objecto desta denúncia, além das pessoas já indicadas;
d) se os benefícios obtidos pelas agências denunciadas e seus clientes foram de notória importância;
e) quais os contratos celebrados a partir de 1 de Janeiro de 2010 com as entidades participantes no mercado da dívida pública portuguesa;
f) todas as comunicações internas respeitantes às classificações referentes a Portugal, a partir de 1 de Janeiro de 2010.



   
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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Crise financeira sistémica: a corrida para o caos

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"Mas, Rainha Vermelha, é estranho, corremos depressa e a paisagem à nossa volta não muda".

E a rainha responde: "Corremos para ficar sempre no mesmo lugar".



Esta passagem de "Alice no país das maravilhas" elucida-nos sobre o processo dinâmico tendendo para o caos do ser humano, uma ideia avançada pelo biólogo Leigh van Valen que refere que num grupo de organismos submetidos à concorrência, o esforço de adaptação está sempre a ser renovado, o que conduz inevitavelmente a um processo incessante de construção/destruição das civilizações, o mito de Sísifo revisitado.



Karl Marx tinha razão, e no entanto enganou-se na sua análise sobre o fim do capitalismo. Não é a baixa tendencial da taxa de lucro, uma ideia que não é dele mas sim de Adam Smith, que irá provocar o fim do capitalismo mas sim a híper concentração dessa taxa de lucro, o terrível "Eu" do nevrosado patologicamente dilatado.



O essencial dos lucros (lei de Pareto) é visto como in fine por um número reduzido de pessoas que acabam por acaparar o sistema. Chamo a isso o efeito Monopólio (célebre jogo no qual acaba for ficar um único vencedor que arruinou os outros).



Toda a gente fala de perigo sistémico, toda a gente está a tomar consciência do peso desproporcionado de certos organismos financeiros, e que estes representam um risco de explosão para o sistema, e no entanto, continuamos a fuga para a frente com a exponencialidade dos lucros.



Actualmente, 243 991 mil milhões de dólares de produtos derivados (instrumentos financeiros cujo valor deriva do valor de outras coisas) são detidos por 4 bancos americanos (as metástases), um valor exorbitante que só se compreende sabendo, por exemplo, que o PIB do planeta inteiro é de 65 000 mil milhões Dólares. Só no primeiro trimestre deste ano, esse valor aumentou 12 810 mil milhões de Dólares. Grotesco!



Todo o sistema, por muito luminoso que seja, possui a sua sombra e contém na sua essência um processo de putrefacção, a entropia, a inelutável evolução para a desordem. O fim do capitalismo será portanto o caos e consequentemente a ditadura, a menos que...



Texto de Gilles Bonafi

Tradução: Octopus

http://gillesbonafi.skyrock.com/3012390945-Crise-systemique-la-finance-jusqu-au-bout.html

Dominique Straus Kahn e o ouro falso

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Na manhã de 14 Maio, o dia em que foi preso, Dominique Strauss-Kahn (DSK) tinha sido aconselhado pelos serviços secretos franceses (DGSE) a abandonar os EUA e regressar rapidamente à Europa, descartando-se do telemóvel para evitar que pudesse ser localizado. A delicadeza da informação secreta que lhe tinha sido entregue por agentes "d...elatores" da CIA justificava tal precaução.


Strauss-Kahn tinha viajado para os Estados Unidos para clarificar as razões que levavam os norte-americanos a protelar continuamente o pagamento devido ao FMI de quase 200 toneladas de ouro. A dívida, com pagamento acordado há vários anos, advém de ajustes no sistema monetário - "Special Drawing Rights" (SDR's).



As preocupações do FMI sobre o pagamento norte-americano ter-se-iam avolumado recentemente. Nesta viagem Strauss-Kahn estaria na posse de informação relevante que indiciava que o ouro em questão já não existem nos cofres fortes de Fort Knox nem no NY Federal Reserve Bank.


Mas Strauss-Kahn terá cometido um erro fatal: ligou para o hotel, já da plataforma de embarque, pedindo que o telefone lhe fosse enviado para Paris, o que permitiu aos serviços secretos americanos agir nos últimos minutos. O resto dos factos são do conhecimento público.


Já em prisão domiciliária, em Nova Iorque, DSK terá pedido ajuda ao seu amigo Mahmoud Abdel Salam Omar, um influente banqueiro egípcio. Era muito importante, para fundamento da defesa, que o egípcio lhe conseguisse obter a informação privilegiada sobre a "mentira" do ouro, que DSK tinha deixado "voar" em NY, para justificar a teoria da perseguição.
 
 
No entanto a intervenção voluntariosa do banqueiro egípcio saiu gorada. Dias depois Salam Omar foi igualmente preso nos Estados Unidos, também ele acusado de assédio sexual a uma empregada de hotel. Relatórios de diferentes serviços secretos internacionais convergem na conclusão: os factos que motivaram a prisão do egípcio são altamente improváveis, Salam Omar é um muçulmano convicto e um homem com 74 anos de idade.

A inversão de sentido na história da suite do Sofitel de NY começava aqui a ganhar consistência e outros factos viriam ajudar.
 
 





Em Outubro de 2009, Pequim terá recebido dos EUA cerca de 60 toneladas de ouro, num pagamento devido pelos americanos aos chineses, como acerto de contas no balanço de comércio externo. Com a entrega, Pequim testou a genuinidade do ouro recebido tendo concluído que se tratava de "ouro falso". Eram barras de tungsténio revestido a cobertura de ouro. As 5.700 barras falsas estavam devidamente identificadas com chancela e número de série indicando a origem - Fort Knox, USA.
 


O congressista Ron Paul, candidato às eleições presidenciais de 2012, solicitou no final do ano passado uma auditoria à veracidade das reservas do ouro federal que foi rejeitada pela administração Obama. Numa entrevista recente, questionado sobre a possiblidade de ter desaparecido o ouro federal de fort Knox, o congressista Ron Paul gelou os interlocutores respondendo liminarmente: "É bem provável!"


À "boca fechada" têm vindo, aqui e ali, a escapar informações, a avolumar-se incertezas sobre as reservas de ouro norte-americanas. Mas as notícias referentes aos fortes indícios que de o ouro seja apenas virtual têm colhido uma tímida atenção na comunicação social americana.


A "verdadeira história" por detrás da prisão de DSK, agora pública, consta de um relatório secreto preparado pelos serviços de segurança russos (FSB) para o primeiro-ministro Vladimir Putin. Talvez por isso Putin tenha sido o primeiro lider mundial a assumir publicamente a ideia de que DSK terá sido "vítima de uma enorme conspiração americana".


Estes factos, a confirmarem-se, em nada ilibam DSK na suspeição que sobre si recai do eventual crime de assédio sexual a  uma empregada do hotel mas, quem sabe, essa possa revelar-se como a pequena e ingénua ponta de um grande iceberg. A ser verdade, os serviços secretos norte-americanos, seguramente bem informados, terão sabido tirar partido das fraquezas do inimigo-alvo, aniquilando-o com eficácia cirúrgica - um pequeno crime de costumes, tão ao gosto do imaginário popular, pode bem ter contribuído para abafar crimes de contornos bem mais sérios, por eliminação de testemunha ou de prova.


Entretanto DSK prepara activamente a defesa em tribunal arregimentando já um verdadeiro "crack team" de ex-espiões da CIA, investigadores, detectives e media advisors. 




(Texto enviado por um leitor bem informado que prefere guardar o anonimato.)



The Times:


CNN:

Fox News:


The Daily Bail:


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American Free Press: