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domingo, 2 de julho de 2017

Devemos permitir o doping no desporto

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Numa época em que no desporto de alta competição os atletas se tornaram nos novos gladiadores romanos, ainda fará algum sentido criminalizar a doping?

Neste contexto fará algum sentido proibir substâncias no desporto em nome de uma ideia romântica de que o desporto é saudável, quando a este nível é tudo menos saudável.




A guerra contra o doping é um esforço inútil, cria mais problemas do que os resolve. Um pouco como a luta contra as drogas.

Anualmente, a nível mundial, o mercado do doping desportivo representa cerca 30 mil milhões de lucro, em contrapartida, são gastos cerca de 250 milhões na luta contra o doping.











A ilusão do desportivo saudável.

Actualmente o único papel da luta contra o doping no desporto é a ilusão de que o desporto é uma via saudável, mas o desporto de alta competição é tudo menos saudável. Este conceito não tem nada a ver com a moda de fazer desporto para se manter em forma e saudável.


Um desportista de alta competição está sujeito a numerosas lesões e mais tarde ou mais cedo irá "pagar" o contributo por ter excedido os parâmetros humanos normais. Só pode ser assim, os limites "humanos", no atletismo, no ciclismo ou na natação já foram todos atingidos. No entanto, continuam a serem ultrapassados.










Desporto de alta competição para os mais ricos.


A escolha do equipamento, dos formadores ou das cirurgias têm um papel fundamental no desempenho dos atletas. Então, porquè permitir todos estes suportes tecnológicos e  proibir substância estimulantes?


Este tipo de meios tecnológicos irá favorecer os países ricos, possuidores destas tecnologias em detrimento dos países mais pobres? Os países mais ricos podem investir quantidades astronómicas em pesquisas biomédicas para os seus atletas e serem usados como peões comercias pelas multinacionais.


Quando falamos em doping, temos de ter em consideração que diariamente, o "doping" existe na nossa vida do dia a dia, cafeína e tónicos, nas mais variadas profissões: militares, estudantes,... E no entanto não são proibidos.




A administração de substâncias de doping, quando controladas por médicos, não representa uma taxa de morbilidade ou de mortalidade significativamente maior em relação à população em geral. 


Está na altura de por fim à hipocrisia da luta contra o doping,  Um atleta de alto nível não tem uma vida e uma esperança de vida saudável com ou sem doping.








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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Estamos a caminho de uma sociedade andrógina?

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Em nome da liberdade sexual, que deve existir, a nossa sociedade está a promover as particularidades de cada orientação sexual como um modelo social dominante.


A nossa sociedade está-se a tornar numa sociedade andrógina e estão-nos a vender esse modelo como comum, atraente e normativo, através da moda, dos espectáculos e dos média.


Existe, felizmente, uma diferença entre o Homem e a Mulher, claro que a Mulher subjugada pelo Homem não faz qualquer sentido, mas não é saudável diluir os dois géneros que se devem complementar com as suas diferenças.











Andrógina: pessoa que se sente com alguma combinação de características culturais, tanto masculinas (andro) quanto femininas (gyne) é quem se identifica e se define como tendo níveis variáveis de sentimentos e traços comportamentais que são tanto masculinos quanto femininos.


"Antigamente, a nossa natureza não era o que é actualmente. Haviam três espécies de homens e não duas como hoje: o macho, a a fêmea e uma terceira composta pelas duas outras: essa espécie é hoje uma espécie desaparecida. Era a espécie andrógina que tinha a forma e o nome das duas outras, macho e fêmea. Como eram possuidores de uma grande coragem, atacaram os deuses. Então Zeus cortou esses homens em dois."




Os "modelos" que são escolhidos actualmente nos Óscares e premiados tendem a favorecer positivamente a diferença, baralhando os sexos, como são o caso de "Brokeback Mountain", "A Rapariga Dinamarquesa" ou  "Moonlight".
Nunca se viu (ou ouviu) falar tanto de homossexuais (e afins) como agora.

 

 

O mundo do espetáculo mediático promove a ambiguidade sexual, exemplo disso é a Eurovisão. O próprio Salvador Sobral o defende. E que pensar da edição de 2014 da Eurovisão com Conchita Wurtz, o candidato(a)  austríaco(a) que associava com "muito charme" uma silueta feminina com uma barba viril. A transexualidade apresentada como normalidade.

 

 

A dessexualização abala a identidade humana e social. A ambiguidade sexual tornou-se uma moda que floresce no nosso quotidiano e passou da aceitação, à tolerância e finalmente a um modo padrão. 

 

É tempo de reenquadrar o Homem e a Mulher como complemento e não como mistura pouco definida das suas essências.




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sábado, 20 de maio de 2017

A tecnologia aproxima quem está longe e afasta quem está perto

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Até que ponto a união de milhares de quilómetros possibilitada pela internet, não afasta quem está a poucos metros de nós? A verdade é que actualmente vivemos para a internet 24h do nosso dia. Ela tornou-se um vício, uma dependência das sociedades actuais.




Manter contacto com pessoas queridas, conversar com quem vive longe, conhecer pessoas mais facilmente (sejam elas da mesma cidade ou de outro continente) e a facilidade de comunicação a nível internacional entre grandes empresas criando assim negócios internacionais e mais amplos foram alguns privilégios que advieram do avanço tecnológico.


Quantas vezes deixamos de dar atenção a quem está ao nosso lado para dar atenção a quem está a quilómetros de distância? São incontáveis as vezes que acabamos por deixar de conversar com as pessoas que estão ao nosso lado num jantar em família ou numa reunião de amigos para ficarmos “teclando” no smartphone, seja num chat, nas redes sociais, em jogos ou noutra aplicação. Neste caso, a internet afasta as pessoas que estão próximas de nós.


“Nos relacionamentos já desgastados, com problemas não resolvidos, o uso da tecnologia pode virar um refúgio perigoso para que essas pessoas não entrem em contacto uma com a outra. Nesse caso, serve mais para afastá-las do que para aproximá-las”. 


“No começo da relação, essas tecnologias funcionam como um facilitador do afecto. Elas mandam mensagens de texto de carinho ao longo do dia, o que faz parte do jogo de sedução de hoje em dia”.
Mas muito depressa o envio de mensagens torna-se rotineiro, e rapidamente procuram contactos com outras pessoas, tornando a relação com o seu companheiro descartável, sendo que as que mantem com os outros muito mais interessantes. 






A possibilidade de adicionar desconhecidos tornou o tamanho da “lista de amigos” um fator de distinção social: quanto mais amigos, maior a popularidade e “melhor” a pessoa. Contudo, quem faz isso dificilmente conversa com todos os seus contactos, o que os transforma em meros números. Ou seja, ter um número alto de amigos não indica uma pessoa querida, carismática e virtuosa. Muito pelo contrário (apesar de haver exceções).

 As redes sócias são capazes de nos deixar sozinhos em um espaço físico, e ao mesmo tempo conectados com uma multidão no mundo virtual.  




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quinta-feira, 18 de maio de 2017

Está na altura de por fim às praxes

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As praxes no ensino superior não passam de rituais de humilhação e violência psicológica que não fazem qualquer sentido. Não se trata de integração.


Pelos vistos, tanto são "responsáveis" por tais práticas os que as realizam, como os que se subjugam às mesmas, aceitando a degradação de que são "vitimas". 


Está na altura de dizer não às praxes.




 





Nos últimos dias começaram a circular denúncias relativas a uma violação que terá acontecido durante a Queima das Fitas do Porto, tendo terminado no domingo. As fotografias do violador e dos espectadores emergiram ontem, terça-feira, e não podíamos deixar de as replicar num esforço para que estas bestas não tenham como sair à rua sem sentir vergonha na cara.


A violação ocorreu num autocarro dos STCP cheio de estudantes, onde ninguém interveio de maneira alguma para a impedir. Pelo contrário, a larga maioria dos presentes parecia estar bastante divertido com a situação, pois foram tiradas fotografia e foi gravado pelo menos um vídeo. Desde a noite de domingo que o vídeo foi espalhado em redes sociais como o whatsapp, expondo a identidade da jovem abusada e celebrando o acontecimento.


No final do vídeo, vê-se claramente que a jovem está completamente perdida e não está na posse das suas normais faculdades. Embora não estejam esclarecidas todas as circunstâncias, parece fazer sentido o relato de que a sua bebida teria sido minada.


Não temos palavras suficientes para expressar a nossa solidariedade com a jovem abusada, nem o nosso nojo pela Besta e por todos os que assistiram sem nada fazer para o impedir. 


É aterrador e intolerável a onda de abusos durante as Queimas das Fitas por todo o país. A apatia (nuns casos) ou a euforia (noutros) com que os universitários convivem com este tipo de abusos no principal ritual da praxe académica, mostra que o trabalho de acefalização da comunidade estudantil feito durante o resto do ano é bem-(mal-)sucedido.



Aqui
através de http://pt.indymedia.org/conteudo/newswire/36307
Este post foi denunciado e apagado pelo facebook do site Guilhotina.info  depois de ter atingido mais de 500 mil pessoas e ter tido largas centenas de partilhas , alegadamente por ter “violado os padrões da comunidade” (seja lá o que isso for…)



Ver também:

http://octopedia.blogspot.pt/2014/01/praxes.html

http://octopedia.blogspot.pt/2014/01/a-praxe-e-um-nojo.html

 


segunda-feira, 7 de março de 2016

Honduras: violência sem fim à vista

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Tráfico de droga, extorsão e proxenetismo, o Honduras é o país mais violento do mundo com a maior taxa de homicídios mundial. É dominado por gangues violentos.

Um caso extremo que também gangrena, em menor escala, muitos outros países, alguns dos quais ocidentais.






A maior taxa mundial de homicídios...

O Honduras é um pequeno país da América Central, com uma superfície ligeiramente maior que Portugal e uma população de 8 500 000 de habitantes.


San Pedro Sula, com uma população de mais de 500 000 habitantes é a segunda cidade mais povoada (a seguir à capital Tegucigalpa) e é a cidade com a maior taxa de homicídios do mundo com 170 mortos por 100 000 habitantes, 16 vezes mais elevada que em São Paulo, no Brasil.


A taxa de homicídios, no Honduras, é a mais alta do mundo com 90 mortes por 100 000 habitantes, 100 vezes mais do que em França e 25 vezes mais do que nos Estados Unidos. 









Os gangues ditam as leis...

Nos bairros mais violentos da cidade de San Pedro Sula, como o de Rivera, às oito da noite não se vê ninguém nas ruas. 


A Polícia Nacional, com apenas 700 efectivos para toda a cidade, não penetra na maioria das zonas da cidade, a Polícia Militar também não, essas patrulhas estão a cargo de uma força especial, transportada em blindados, chamada Chamelecón.


Aqui quem dita as leis são os gangues Mara Salvatrucha e Mara 18. A lei hondurenha permite que cada cidadão possa ser dono de cinco armas. Qualquer mercado, farmácia ou restaurante tem um guarda armado.







Maras e suas origens...

O quartel general do crime de San Pedro Sula é pardoxalmente a prisão central. Com cerca de 2 300 presos, os criminosos continuam a controlar a cidade. São eles que fazem as leis, circulam à vontade na prisão, como se de uma pequena vila se tratasse, com zonas de comercio, de lazer e controle dos postos de vigilância.


Os Maras são gangues armados que controlam o tráfico de estupefacientes.


O nome "Maras" vem da abreviatura de marabunta, formigas "caçadoras" que promovem grande destruição quando se deslocam em grande número.


Os Maras estão sobretudo presentes no Honduras, El Salvador e Guatemala, em menor grau no México, na Nicarágua e na Costa Rica. 


Os dois principais são o Mara 18 (M18), em referência à 18ª rua de Los Angeles, inicialmente composto por mexicanos, e o Mara Salvatrucha 13 (MS13), em referência à 13ª rua de Los Angeles, formado inicialmente por salvadorenhos.


Após os desacatos de 1992 em Los Angeles, os Estados Unidos decidiram a expulsão de todos os implicados em gangues violentos. Esta decisão fez com que fossem "colonizar" grande parte dos seus países de origem, sendo muitas vezes acolhidos como heróis. 


Chegados aos países de origem, e alguns países vizinhos, impuseram as suas leis com a conivência de Estados demasiado fracos e corruptos. Foram conquistando bairros e territórios cada vez mais extensos extorquindo as suas populações.


Esses bairros foram pouco a pouco delimitados por graffitis e por tatuagens dos seus membros. Vivem do tráfico de droga, vinda da América do Sul em direcção aos Estados Unidos. Lutam entre eles com assassinatos para conquistar uma parcelas de território. São maioritariamente compostos por adolescentes.








Sem fim à vista...

Uma verdadeira economia subterrânea mais rentável que a economia real domina o país. 80% dos carros existentes no país são provenientes de tráfico ilegal com origem nos Estados unidos.


Quase todos os membros das Maras exibem imponentes tatuagens do seu gangue e que serve de aviso aos gangues rivais, assim como uma sensação de pertença a um determinado grupo social que representa a sua "família".


A integração nestes gangues está sujeita a um ritual que passa por matar um rival. A partir daí, as suas vidas limitam-se a matar ou serem mortos.


A polícia local tornou-se quase tão perigosa quanto os gangues. De dia obtêm os seus lucro à custa dos automobilistas e à noite participam no crime organizado. Quando não são os cabecilhas de grupos de narcotráficos, fecham os olhos para perpetuar os crimes.


O erro é ver a situação do Honduras como um caso isolado. Existem numerosos bairro no mundo, muitos deles nos países ocidentais com os mesmos problemas. Mais tarde ou mais cedo ficarão incontroláveis.


Neste caso, 51% da população do Honduras tem menos de 18 anos, 40% vive abaixo do limiar da pobreza e a emigração implodiu as famílias. 14 homicídios por dia. qual o futuro?







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terça-feira, 1 de março de 2016

Pornografia e telenovelas

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Pode parecer antagónico referir dois temas tão diferentes, quando a pornografia, consumida maioritariamente por homens, enquanto as telenovelas são-no pelas mulheres, mas muitos pontos estes dois temas têm em comum.




 

Pornografia a arte de fingir

 A pornografia sempre fez parte da sociedade humana, desde os seu primórdios, mas nunca como agora faz parte das nossas vidas sobretudo com a era da Internet.


Se é verdade que a pornografia faz parte dos nossos fantasmas mais remotos, para muitos homens   esta  tornou-se numa obsessão, não é puro acaso que a palavra mais pesquisada no Google é “sex”.

 
A pornografia até pode ser benéfica para uma casal estável, mas para muitos, não deixa de ser uma   alienação da sua sexualidade vivida, por recorrer frequentemente a desempenhos  sexuais desmedidos e fora de qualquer contexto relacional e previligiar sempre o homem como actor e a mulher como mero objecto sexual.


Ao fantasmar que a  relação com a sua mulher irá ser semelhante que os homens vêm, nos numerosos filmes e imagens pornográficas, estes podem queres reproduzir as mesmas situações e caso não as consigam reproduzir, poderão ficar decepcionado e frustrado, afectando a relação do casal, que é muito mais do que sexo, apesar de este ser um factor construtivo fundamenta.


Cria-se então um   desequilíbrio, entre a a realidade e a ficção, pois a mulher é sempre a vítima preferencial dessas relações pornográficas, as mulheres nesses casos tornam-se uma “coisa”. Nega-se então a plenitude sexual com todo o seu mistério.



A mulher como objecto na pornografia

Sendo a sexualidade masculina mais facilmente despertada pela a visão, a mulher fica relegada ao   papel de objecto dessa mesmo visão.


Muitas mulheres pouco a pouco tendem a comporta-se como o que o companheiro quer delas e a imitar o comportamento dessas mesmo actrizes pornográficas. Num casal equilibrado esse estimulo até pode ser benéfico, e quebrar uma certa rotina, mas nas outras situações irá causar um sentimento de frustração por não estar à altura.


Os homens deixam então de ver as mulheres não como um todo, mas como seios e coxas, e as mulheres por seu turno, muito influenciadas pela publicidade, tentam competir com os modelos através de silicone, botox e aumento dos seios.


O negócio da pornografia excede 13 mil milhões de dólares, só nos Estados unidos, e 97 mil milhões em todo o mundo, maior do que os lucros da Microsoft, Google, eBay ou Yahoo juntas.


As relações humanas entre um homem e uma mulher não podem ser apenas um acoplamento mecânico sem qualquer cumplicidade. Se é verdade que as imagens sexualmente estimulante deixam marcas no cérebro, essas devem ser feitas sobretudo à custa da cumplicidade mutua.


A pornografia pode assim colocar um stress enorme no relacionamento do casal.


Muitos defendem que a pornografia legitima as fantasias sexuais, resfriando assim as potenciais agressões sexuais, mas mal vai a nossa sociedade quando  necessita de tais escapes para que tal não aconteça.


As telenovelas como alienação

Em certos aspectos, as telenovelas funcionam para as mulheres como a pornografia para os homens.


Menos sensíveis aos aspectos da imagem, as mulheres funcionam com os seus outros sentidos, um dos quais o imaginário e a procura de um ser ideal, que não existe, ou quando existe, existe apenas na sua própria imaginação.


Por isso, são consumidoras de telenovelas que as projectam num mundo imaginário construído por seres perfeitos e que integram as suas fantasias.


As telenovelas são uma das maiores fontes de entretenimento, especialmente para as mulheres. Apesar das telenovelas apenas abordarem uma determinada época, e estrato social, sentem-se coniventes com a época e o estrato socia em que se passam.


As telenovelas não são o mundo real, mas a maioria compara as personagens intervenientes com as suas próprias vidas, ela, bem real, e a real fica sempre como não podia deixar de ser desfavorecida. 


Muitas mulheres não fazem qualquer distinção entre a vida que vivem e a que é descrita nessas mesmas telenovelas. A falta de distensão entre a ficção e a vida real muitas vezes acaba por criar um mau-estar nas suas vidas.


Tentam copiar as atitudes e comportamentos que vêm. Não se apercebem que na sua grande maioria, o enredo das telenovelas é sempre baseado na ambição, na violência, na traição e nos fingimentos.



Alienação de comportamentos humanos

Através dos sonhos de glamour apresentados nestas ficções (pornografia e telenovelas), consideram que a vida que têm com o seu companheiro não passe de uma banalidade frustrante.


A maioria das telenovelas referem como banais as traições, nelas a ausência de solidariedade são habituais, ocultando aquilo que de bom se espera nas relações humanas.

 
As telenovelas, como a pornografia, acabam por ditar valores éticos e morais, nas mentes das pessoas, que as vivem, como fazendo parte das suas vidas, deturpando e esquecendo frequentemente o mundo real que as rodeas. 


As telenovelas e a pornografia, exploram as paixões humanas e exacerbem certos comportamentos   sexuais normais. 


A nova versão da telenovela "Gabriela" tornou-se numa telenovela erótica, submergindo o pano de fundo político que era central na obra de Jorge Amado. Mas isso já é outra história bem mais complicada...








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sábado, 27 de fevereiro de 2016

Ciganos: entre o ódio e o políticamente correcto

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Odiados e perseguidos durante a história recente, os ciganos são frequentemente abordados pelos meios de comunicação social com "pinças" para não ferir susceptibilidades. 


Histórias, regras, mistérios, exclusão e auto-exclusão, um retrato da comunidade cigana em Portugal.











Origem cigana.

Os ciganos, conta uma lenda, no passado teriam tido um rei, numa cidade maravilhosa na Índia, chamado Sind. O povo era muito feliz até que foram expulsados pelos muçulmanos.


Desde então foram obrigados a emigrarem de um país para o outro, tornando-se nômades. Chegarem à Europa na idade média, constituído a maior minoria étnica desse continente, mas também a mais perseguida, vítima de preconceitos, discriminação e maltratos.  


Historicamente, os estereótipos negativos são consequência do passado, dadas as profissões que desempenhavam. Na idade média eram associados a ocupações mal vistas pela sociedade, como músicos (diversão), adivinhos (morte) ou ferreiros (lixo).


Uma das lendas populares associavam os ciganos (ferreiros) aos que tinham fabricado os pregos colocados em jesus na cruz e que os teria amaldiçoado condenando-os ao nomadismo.


Estes foram então excluídos e obrigados a uma união forte para sobreviverem.








Existem várias etnias ciganas.


Os ciganos não são uma etnia uniforme, existem na realidade várias etnias: os Rom, os Manouche, os Sinte, os Kale e os Gitanos.


Estas etnias, por sua vez, dividem-se em: Kalderasha, Lovara, Tchourara, Valshike, Sinte (francês), Galshkene, Sinte (alemão), Piemontesi, Sinte (italiano), Prajshtike, Sinte (prússio), Catalan e Andalou.


As línguas faladas, além da adaptação local, também são muito diferentes: Romani, Sinto ou Kalo. Cada uma com os seus dialectos: Kalderash, Lovari, Thourari, Manouche, Sinto piemontêz, Sinto prussiano ou Calo.


Calcula-se que existam em Portugal cerca de 50 000 ciganos. A Roménia tem a maior comunidade: perto de 2 milhões. Vem depois a Bulgária com 750 000, Espanha com 700 000, Hungria com 600 000, Sérvia com 400 000, Eslováquia com 400 000, Turquia com 350 000, França com 300 000, Macedónia com 250 000 e a República Checa com 200 000.









Discriminação positiva dos ciganos em Portugal.

Contrariamente ao que se possa pensar, existe uma discriminação positiva em Portugal em relação aos ciganos, medidas estas que parecem socialmente injusta em relação aos outros cidadãos:


- A grande maioria dos ciganos, em Portugal, são feirantes. A grande maioria não paga impostos, não têm actividade declarada e a grande maioria, apesar de conduzir carrinhas de mercadoria, não têm carta de condução.


- Mais de metade dos ciganos, em Portugal, recebe o "rendimento mínimo garantido", além de subsídios de outras instituições, como a igreja católica.


- Os bairros construídos para o efeito não contribuiu para a sua integração. Estes locais transformaram-se em "ilhas" de violência, tendo os imóveis atribuídos  sido sujeitos a degradação e vandalismo. 


- A quase totalidade desses ciganos recusam-se a pagar rendas (simbólicas), mas também água ou electricidade.


- A comunidade cigana representa uma percentagem elevada da população prisional.


- O crime organizado é pratica comum na população cigana, sendo o roubo ou trafico de armas prática comum. De salientar que a prostituição é condenada por certas etnias ciganas, assim como condenam a homosexualidade.


Os ciganos nunca estiveram interessados em integrarem-se nos países de acolhimento, tem as suas próprias regras, a sua própria justiça.









Uma comunidade com regras estritas.


As regras ciganas são muito estritas:

- Não cobiçar a mulher de um outro cigano,

- Não ter relações sexuais com uma virgem, a não ser para casar,

- Não trair um outro cigano,

- Não fazer mal a uma criança,

- Cuidar dos mais velhos,

- Render homenagem aos seus mortos,

- Ser solidário com os membros da família,

- Respeitar as sentenças dos mais velhos.


Na comunidade cigana, a mulher não trabalha, deve ocupar-se dos filhos e da casa.


A maioria dos ciganos tem um nível de escolaridade muito baixa. A escola não faz parte das prioridades. Quando se trata das suas filhas, os ciganos têm medo que elas se liguem a um "gadjo". 








As mulheres subjugadas à comunidade.

As mulheres devem ocuparem-se dos filhos e da casa, enquanto os homens ocupam-se do resto. O rapazes são a coisa mais importante, são eles que vão ter a sucessão dos seus país. Casada, a mulher fica dependente do marido. Os país irão ter sempre autoridade sobre os seus filhos, casados ou não, com 20, 30 ou 40 anos.


Os país do noivo devem oferecer um dote aos país da noiva, que pode ser muito caro.


Os casamentos são combinados para reforçar os laços de clãs, os rapazes casam muito novos, e as raparigas por vezes com 14 anos. 


Na cultura cigana, o clã tem a primazia sobre o indivíduo ou a família, qualquer falta cometida por um dos membros implica todo esse clã, assim como qualquer acto valorizante irá prestigiar esse mesmo clã.




A solidariedade é portanto um valor fundamental que é fonte de segurança e coesão social, a sanção mais grave é a exclusão do grupo.









































sábado, 20 de fevereiro de 2016

Violência doméstica sobre os homens

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Este é um assunto tabu. É senso comum que são os homens que praticam violência doméstica sobre as mulheres, nunca o contrário.


Em Portugal, são as mulheres as principais vítimas de violência doméstica, representam cerca de 80% das queixas, enquanto que os homens representam apenas 20% das queixas, mas esse número está sob estimado






A situação em Portugal.

O Relatório Anual de Segurança Interna refere que em 2014, os casos registado de violência doméstica em que as vítimas foram homens era de 19,2%. 


Isto representa, apesar de tudo, em Portugal, 14 queixas por dia.


Não existem mais queixas em Portugal por vergonha e por preconceito social.


A mentalidade machista quase que dá ao homem o direito de agredir a sua mulher, fruto de numerosos anos em que a mulher era "propriedade" do marido, sem qualquer direito próprio.


As coisas têm vindo a alterar-se nos últimos anos, mas fez com, perversamente, a violência doméstica é hoje em dia, em Portugal, sinónimo de violência do homem sobre a mulher.






Queixas inglórias.

Quando fazem queixa, os homens raramente são levados a sério: como é que um homem se deixa dominar pela sua mulher?


Quando um homem é vítima de violência doméstica e que o caso chega a tribunal, depara-se com um sistema jurídico demasiado "feminilizado" e tem dificuldade em fazer prevalecer a razão dos factos, sendo que a mulher raramente é condenada.


Aos olhos da sociedade e do sistema jurídico, a mulher é sempre a vítima.


Frequentemente, quando o homem faz queixa da mulher por violência doméstica, esta inverte os papeis e faz-se de vítima,  fica o homem desacreditado perante a opinião pública e perante as autoridades. 


Automaticamente o sistema jurídico coloca em dúvida os factos descritos e preveligiam a versão feminina: a mulher apenas, eventualmente, agrediu o seu companheiro como atitude de defesa.



A guarda dos filhos é sempre para a mãe.

Em caso de separação, a guarda dos filhos é entregue à mãe em cerca de 95% dos casos em Portugal, em 85% dos casos em França. Nos países nórdicos em 85% dos casos a guarda dos filhos é alternada.


Quando se questiona porque é que um homem vítima de violência por parte da companheira não se separa, a resposta é que estes reagem da mesma maneira que as mulheres vítimas de violência: tentam proteger os seus filhos.


Só que no caso dos homens, perante o septicísmo dos juízes, têm muito poucas possibilidades de obter a guarda dos filhos, dado que os sistema vigente protege sempre as mulheres.









Classe social e violência doméstica.

A perversão e a manipulação não é apanágio dos homens. Nos casos de violência doméstica, essas agressões são frequentemente físicas tanto nem caso como noutro. No caso das vítimas serem homens, têm de aguentar estoicamente as agressões, porque se algum tem como reacção ripostar, é a mulher que irá fazer queixa por violência doméstica, e nesses casos o homem fica como agressor.


Apesar de nos dizerem que a violência doméstica está presente em todas as classes sociais, esta é uma meia verdade. As mulheres vítimas pertencem geralmente a classes baixas ou média-baixas, enquanto os homens pertencem a classes média-altas e altas.








A violência sobre os homens é mais subtil.

Enquanto a violência sobre as mulheres é mais física, no caso dos homens é muito mais psicológica. Frequentemente, os homens vítimas de violência domestica são alvo de críticas diárias, humilhações perante amigos ou família e críticas em relação ao seu desempenho sexual ou à sua virilidade.


Todas estas violências são difíceis de provar, enquanto as agressões físicas são muito mais fáceis. A violência emocional, degradação e humilhação continuada é o retrato do dia a dia de muitos homens sujeitos a esse tipo de violência.



A sociedade minimiza a violência sobre os homens.

Como é que as pessoas reagem numa cena de violência doméstica? 


A organização não-governamental ManKind Iniciative realizou a seguinte experiência:


Na mesma rua, um mesmo casal: quando o homem agride a mulher, várias pessoas reagem e chamam o homem à atenção, certificam-se que a mulher está bem e chamam as autoridades.


Quando é a mulher que agride o homem, as pessoas que presenciam a cena, olham, sorriem e ninguém se certifica que o agredido está bem ou chamam as autoridades.






Na Bélgica ou na Suécia, o numero de vítimas do sexo masculino é superior ao das mulheres.


As relações de violência são sempre um fenómeno de poder. À medida que as sociedades e as pessoas se tornaram mais independentes e se emanciparam, cada vez aceitam menos este tipo de violência.


A evolução natural da sociedade fez com que, legitimamente, as mulheres se libertaram da dependência do homem, mas criou uma grande dicotomia quanto ao esperado papel do homem dividido entre protecção social e igualdade.


Uma relação sã, permite que duas pessoas possam enriquecerem-se com essa relação que mantêm com o seu parceiro sem perder a sua liberdade. Quando um dos dois encara o outro como um objecto disponível para se submeter ao seu belo prazer, a relação é uma relação perversa.


Mas uma coisa é certa, nem sempre o que aparece como vítima é realmente o culpado.






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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Depressão, stress e ansiedade

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Depressão, stress e ansiedade: estes sintomas podem ser definidos como sendo a depressão um estado de espírito em relação a eventos passados, o stress como uma atitude em relação ao presente e a ansiedade  como um medo em relação ao futuro.




Todos estes sintomas são cada vez mais comuns nas sociedades actuais, mas sempre acompanharem, com maior ou menor grau, a humanidade ao longo da sua história.


Actualmente são valorizados e descritos como patologias. Com frequência são uma mistura de todos estes estados de alma.










Depressão.

A depressão é tida como um estado de humor com um misto de irritabilidade, de angústia,  de desânimo, de apatia e de pessimismo. Dizem os estudos que o seu tratamento é medicamentoso. 


Nada menos verdade, o tratamento da depressão reside em tentar saber o que nos conduziu a este estado através da compreensão dos eventos passados. 


Alguns destes eventos passados podem ser irremediáveis, como a morte de um filho, mas na nossa mente temos de tentar considerar (o que parece inultrapassável) que existe um passado, em que não temos mais qualquer interferência, mas também um presente que existe e pode interferir com a nossa vida e dos próximos, e um futuro que apesar de desconhecido, temos a capacidade de intervir e de o mudar.


Esqueçam as teorias das serotoninas deficitária, como explica a indústria farmacêutica para vender os seus medicamentos. Nenhuma dessas drogas fará com que ente querido volte, nem o fará esquecer.


O objectivo é aceitar, apesar de não esquecer, que todos iremos morrer. Injusto, sem dúvida, mas nada irá mudar. O que poderá mudar é a nossa relação com os outros, e isso sim fará toda a diferença, até que surgirá a nossa vez.


A depressão é sem dúvida um dos sintomas mais difíceis de ultrapassar porque existe um ou mais factos reais, apesar de muitas pessoas empolarem uma serie de acontecimentos menores que, pensando bem fazem parte da vida.


Uma desavença com um amigo, um familiar, uma coisa que nos magoou, tudo isso faz parte do passado e não são os antidepressivos que irão alterar o passado. 


Existem estudos que revelam que os antidepressivos não passam de placebos, isto é toma-los ou não, não irá ter qualquer resultado, a não ser, o que por vez funciona, estarmos convencidos do seu efeito.


O melhor é não tomar qualquer antidepressivo que irá criar dependência psíquica e física. A psicoterapia poderá ser útil para ultrapassar o passado, isto é a depressão.








Stress.

O stress, quando não controlado pode conduzir à depressão. Podemos definir o stress com uma acumulação de situações diária de grande desgaste psicológico por vários factores externos.


Os ansiolíticos disponíveis no mercado diminuem efectivamento os níveis de ansiedade e podem ser usados, temporariamente, para esse fim, mas não resolvem os inúmeros factores externos que nos afectam.


Se tivermos uma conta para pagar, problemas no local de trabalho, uma relação familiar complicada ou problemas com os nossos filhos na escola, todos estes problemas são problemas do presente e quando mal geridos conduzem ao stress.


Esta é a parte em que temos de ter uma atitude positiva em relação ao presente. Desdramatizar situações por vezes banais.


A solução é encarar os problemas actuais como passageiros e em que as situações que nos parecem inultrapassáveis se irão resolver porque estão também dependentes de nós.


Se na depressão, que pertence ao passado, nada podemos fazer para a alterar, em termos de acção, no stress provocado pelos pequenos problemas do dia a dia temos uma palavra a dizer e podemos, e devemos, alterar-la.


Os media são uma fonte de descontentamento do presente porque nos conduzem a querer consumir coisas inúteis, porque relatam vidas que não são as nossas através de telenovelas ou da informação.


Essa insastisfacção da vida diária, em conjunto com vidas que visualizamos e aceitamos como melhores que a nossa, cria uma sensação de vazio e de querer ter algo que por vezes temos ao nosso lado sem nos apercebermo-nos.


Temos de aproveitar os bons momentos e minimizar os maus momentos. A maioria das pessoas não vivem o presente que muitas vezes está cheio de boas sensações.








Ansiedade.

A ansiedade é um sentimento estranho, como uma coisa que nos falta. A ansiedade é portanto um sentimento em relação ao futuro.


A pessoa ansiosa é uma pessoa insegura, mesmo quando não o deveria ser. Não aproveita o que de bom existe no presente com a sensação que poderá haver algo melhor ou então problemas no futuro.


Mas que problemas existem no futuro quando esse futuro é construído pelo presente, por cada um de nós?


Essas pessoas não necessitam de qualquer tratamento medicamentoso. 


Uma das coisas que têm de fazer é desligar a televisão, construída para a fazer apreender o futuro com notícias manipuladas de desgraças que as fazem temer esse futuro. O objectivo é mesmo esse, criar impotência e apatia perante os acontecimentos.


O futuro é imprevisível mas está dependente de cada um de nós. Cabe a cada um de nós decidir o seu rumo e cada um de nós tem a capacidade de o alterar por muito utópico que seja.











"Quem não sabe o que é a vida, como poderá saber o que é a morte?"

"Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente, de tal forma que acabam por nem viver no presente nem no futuro. Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido..."


(Confúsio)








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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Vírus Zika e eugenismo

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Vivemos numa sociedade global, como sem vivemos, a diferença é que existe uma política globalista que visa o condicionamento individual em nome de uma ideologia castrante, em que o indivíduo se submete às elites dominantes.





Buraco de ozono, vacas loucas, aquecimento global, gripe das aves e outras balelas...


Recentemente, tivemos o famoso buraco de ozono, que pouco já se lembram mas, que teve como efeito uma mudança progressiva dos nossos hábitos de vida moldados por os CFC culpados de todas as desgraças.


Veio-se a perceber que tudo não passava de mudança com interesses económicos, além de nos culpabilizar. Chegou-se mais tarde à conclusão de que os níveis de ozono tinha uma variação natural nos polos, nomeadamente no Antártico.


Depois tivemos a aberração da doença das vacas loucas, promovida pela alimentação contra-natura de vacas com alimentação de resíduos animais, quando são vegetarianas.


Continuamos com actualmente com a mentira do aquecimento global, de causa humana, agora transformado em "alterações clímáticas", para explicar a nossa culpa de ter nascido e de existir. 


Passamos depois pela gripe das aves que não passou de um "flop" mas que no entanto mudou os nossos hábitos de vida. Uma pandemia global que lucrou vários milhões de euros às empresas farmacêuticas, tendo ajudado a fomentar a ideia que as vacinas são a solução de todos os males.











Chegou a vez do vírus Zika...


Agora temos o vírus Zika, mas rapidamente descobrimos que esse vírus, detectado em 1947 no Uganda, onde não era mais que um qualquer outro vírus, sem qualquer relevância, foi em 1952 sequenciado e realizada uma vacina para o combater, pela Rockfeller Foundation, cuja vacina patenteada está venda por 600 euros.


Sabemos igualmente que a empresa britânica Oxitec, patrocinada pela fundação Bill Gates, realizou a libertação de milhões de mosquitos geneticamente modificados na zona em que justamente o foco do vírus Zika se iniciou no Brasil. Esses mosquitos era modificados para, teoricamente, lutar contra a Dengue e a febre amarela. Mas algo falhou...


De repente, instalou-se uma pandemia global. O pânico, mais uma vez, está instalado a nível mundial. Fala-se da necessidade de uma vacina (que já existe), e mais uma vez apesar de ser responsável apenas por uma febricula banal tem um problema específico não banal: provoca o nascimento de crianças com microcefalia.










Este é, no fundo o único problema: o nascimento de crianças "anormais" que não correspondem aos padrão humanamente estabelecidos, e que portanto têm de ser eliminadas à nascença.


O aborto preconizado a escala local, e brevemente mundial, faz com que possamos selecionar o que consideramos "normal" e eliminar o que consideramos "anormal".


Este tema não é de pouca importância, passamos a uma etapa seguinte: seleccionar quem deve ou não deve ter direito a viver. 


Mais uma vez temos a informação deturpada pelos media, depois temos a necessidade de uma solução a grande escala e por fim uma função pedagógica para essa solução.









A eugenia foi um termo criado por Francis Galton para se referir a uma pessoa "bem nascida", ele próprio definiu-a como "o estudos de agentes sob controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações seja física ou mentalmente".


A eugenia é uma teoria que procura produzir uma selecção nas comunidades humanas, baseada em leis genéticas que visa o controlo da reprodução. (Dicionário Houaiss).








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